
Este é o SINPRAFARMAS DE SANTOS
Unificar, coordenar, orientar, defender, representar a
categoria, preservando a unicidade sindical e a solidariedade profissional,
agindo sempre de modo a transformar a entidade em Sindicato Cidadão tem sido o
objetivo do Sinprafarmas, desde sua fundação, em 29 de maio de 1989.
O Sindicato representa todos os empregados no comércio de
drogas, medicamentos e produtos farmacêuticos da Baixada Santista, empregando vários funcionários e
profissionais liberais de diversas áreas, atuando com uma diretoria composta
por sete membros efetivos, três do conselho fiscal, dois delegados federativos
e dez suplentes.
Jaime Porto é o presidente e a base territorial é formada pelos municípios de Bertioga, Cubatão,
Guarujá, Itanhaém, Monguaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.
SERVIÇOS PRESTADOS
Entre os benefícios oferecidos pelo Sindicato aos seus
associados estão a conferência das rescisões de contrato de trabalho, o serviço
jurídico e odontológico gratuitos, ações trabalhistas, mesas redondas e pedidos
de fiscalização, convênios com serviços médicos, serviços de apoio médico,
seguro de vida, descontos em farmácia, ambulância, planos de saúde com preços
especiais, escola de informática, universidades, escolas técnicas, serviços e
comércio em geral. Periodicamente oferecemos o Curso de Aplicação de Injeção e
outros.
Estamos sempre visitando a base e prestando valioso serviço
de orientação aos trabalhadores
diretamente no Sindicato ou através do boletim A BULA, além
de portal, blog e twitter na internet. Todos os anos o Sinprafarmas participa
da negociação coletiva de trabalho para os Sindicatos do Estado de SP,
conduzidas pela Fecomerciários, pois, unidos a força para conquistar melhores
salários e benefícios para a categoria é sempre maior. Somos também filiados à
Força Sindical.
EMBATES
Ao longo dos anos muitos embates tem sido enfrentados pelo
Sindicato, na defesa dos direitos dos trabalhadores. O controle de ponto e o
desvio de função é um deles, uma prática difícil de erradicar, uma vez que
alguns empresários insistem em aumentar seus lucros, prejudicando seus
empregados.
Também a Lei do Estágio tem sido burlada e muitos
“estagiários” trabalham em desconformidade com a legislação, caracterizando o
vínculo empregatício. Tratamento desumano, maus tratos, exploração de mão de
obra, assédio moral são denúncias que chegam frequentemente ao Sinprafarmas
exigindo fiscalizações e ações ainda mais rigorosas para coibir estas práticas.
INSEGURANÇA
A insegurança é um
dos grandes problemas que os trabalhadores e o Sindicato enfrentam diariamente,
uma vez que os investimentos na área não são suficientes para prevenir assaltos
às drogarias e farmácias. Diminuir o lucro para investir em segurança,
preservando a saúde e a vida dos empregados não é prioridade para as empresas.
E, os danos causados aos funcionários são muito grandes, como lesão corporal
grave ou morte, perturbações funcionais que podem causar a perda ou redução da
capacidade para o trabalho temporária ou permanente.
O Sinprafarmas procura sempre orientar os trabalhadores
sobre como “passar” por uma situação de risco tão grave, alertando também sobre
a importância fundamental da emissão da CAT, além de estar em constante
interlocução com os empresários e polícia militar, solicitando o policiamento
constantes nas áreas e horários mais vulneráveis para alguns estabelecimentos
farmacêuticos.
DESAFIOS
Os desafios tem sido constantes, mas o Sinprafarmas procura
sempre atuar unindo os trabalhadores para aumentar seu poder de “fogo”. Ter
seus direitos respeitados é o que todo empregado quer para viver com dignidade.
É por isso que o sindicato deve ser forte, estando sempre à frente da luta em
prol da categoria, exigindo que os empresários respeitem os direitos e cumpram
o que está escrito na legislação e no acordo coletivo de trabalho, agregando os
trabalhadores através da sindicalização.
Militar na área sindical não é tarefa fácil e precisamos
estar preparados, nos qualificando, nos plugando ao cenário político econômico
social brasileiro, atentos a todas as discussões sobre os impactos da
reestruturação produtiva no mercado de trabalho e na organização coletiva dos
trabalhadores. Hoje, o exercício da representação sindical embute uma forte
responsabilidade social, que cobra dos militantes, soluções coletivas que não
se descuidem das questões individuais.
Vivemos um momento histórico favorável ao movimento sindical
de trabalhadores que passa por uma fase de reorganização de forças e ampliação
dos espaços de participação. Esta conjuntura nos proporciona uma excelente
oportunidade para reorientar a estratégia sindical a fim de enfrentar os
desafios que temos pela frente, fortalecendo nossa base de representação para
dar voz ativa ao trabalhador.
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