Fonte: Guia da Farmácia
O evento Pós-NRF também destacou que, a velocidade e inovação se tornam desatualizados muito rapidamente pela transformação radical global que não poupa empresas e negócios que não têm no seu DNA e cultura a autotransformação permanente como mantra. A necessidade de buscar novos significados e modelos de negócio é o desafio recorrente para todas as organizações, especialmente as que atuam no consumo, pela crescente, irreversível e constante mutação dos omniconsumidores.
A importância dos dados também foi reforçada no Pós-NRF. Os consultores comentaram que primeiro foram os dados, depois as informações tratadas, depois seu uso em caráter analítico, depois seu uso em caráter preditivo e mais recentemente a possibilidade de uso para antecipar demandas não verbalizadas ou ainda reconhecidas. Em todo o processo migrou-se gradativamente do uso da inteligência humana para, agora, o uso cada vez mais disseminado da inteligência artificial.
1. Consolidação do mercado As redes e associações devem representar 1/3 do mercado, reduzindo-se o número de farmácias independentes.
2. Serviços As farmácias devem se transformar em centros de serviços de saúde – com clínicas, exames laboratoriais, ópticos e de beleza.
3. Legislação mais flexível Prevê-se a oferta de novos segmentos de produtos (como alimentos) e lojas de comportando como centros de conveniência.
4. Marcas próprias Categorias foco desempenharão um papel estratégico, representando de 5% a 10% dos negócios
5. Concorrência Laboratórios farmacêuticos devem ir direto ao consumidor, acirrando a competitividade.
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