quarta-feira, 25 de maio de 2016

Redentor Cidadão!

Foto: Alessandro Buzas/ Futura Press/ Estadão Conteúdo
Trajar  o Cristo Redentor na cor da hora faz parte do movimento "Maio Amarelo" e tem como objetivo discutir o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade a debater os altos índices de acidentes de trânsito.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Mais de 400 funcionários prestigiam abertura do III Intercâmbio de Entidades Sindicais


Fonte/Foto: Fecomerciários
O diretor Paulo Cesar da Silva abriu oficialmente na manhã desta terça, 24 de maio, o III Intercâmbio de Entidades Sindicais Comerciárias, realizado no Centro de Lazer em Praia Grande pela Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo com apoio dos 69 Sindicatos Filiados. Neste ano, o tema é “Viva em equilíbrio”. Paulo Cesar, membro da Comissão Organizadora e dirigente do Sincomerciários de Limeira, falou em nome do presidente da Federação, Luiz Carlos Motta, coordenador-geral do evento. 

Além de Paulo Cesar, a mesa de abertura foi composta pelo vice-presidente da Federação, João Pereira de Brito (Sinprafarma São Paulo), e pelos diretores Mario Herrera (Marília), Arnaldo Biloti (Santos), Luciano Ribeiro (Itu) e o presidente do Sincomerciários de Piracicaba, Roberto Previde. O presidente Jaime Porto participou do evento.

Palestras

Governo autoriza os médicos do SUS a conceder auxílios do INSS

O sistema de perícia-médica para a concessão de auxílios-doença e por acidente de trabalho vai mudar nos próximos dias. Os médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) já estão autorizados pelo Governo Federal a conceder auxílio-doença aos servidores do INSS e outros auxílios por incapacidade de trabalho.

Essa autorização ocorreu no apagar das luzes do governo Dilma Rousseff, antes da abertura do processo de impeachment, autorizado pelo Senado. O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Miguel Rossetto fez a publicação no “Diário Oficial da União”, a portaria que torna oficial a autorização para essa finalidade. Essa liberação foi assinada em conjunto com o ­Ministério da ­Saúde.

A portaria é uma regulamentação de um decreto do Governo Federal de março passado. Naquele mês, foi autorizado o convênio do INSS com o SUS, porém ainda faltavam detalhes de como seria concretizada essa liberação.

Hoje, os segurados do INSS, que ficam impossibilitados para o trabalho têm que obter um relatório de seu médico particular ou do próprio SUS e depois agendar um horário no INSS para passar por perícia no próprio instituto.

Diferença entre genéricos, similares e de marca

É comum o consumidor chegar ao ponto de venda com dúvidas na prescrição médica. Principalmente quando o farmacêutico indaga: “Você prefere o genérico, o similar ou o de marca?”. O shopper então pergunta o preço, se os produtos são diferentes ou não e, no fim, ainda sai com dúvida. Embora eles sejam semelhantes, é responsabilidade do varejista ajudar o paciente a sanar suas dúvidas.

Medicamentos de referência ou de marca: quando uma farmacêutica descobre um medicamento novo, ela tem de registrá-lo no órgão federal responsável pela vigilância sanitária do País (no caso do Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa). É preciso comprovar cientificamente a eficácia, segurança e qualidade do produto na ocasião do registro. Para isso, são necessários estudos, pesquisas e testes, o que gera custos altos que serão revertidos no preço do produto. Um medicamento de referência, normalmente, leva mais de um ano para ser aprovado pela Agência.

Os medicamentos de marca em geral estão no mercado há um bom tempo, são bastante conhecidos pelo seu nome comercial e normalmente estão entre os primeiros que surgiram para curar determinada doença. Na embalagem sempre há o nome inventado pela farmacêutica (nome fantasia do produto), o do princípio ativo e o da empresa que criou a fórmula.

Momento de reforma exige defesa do trabalhador

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Nosso sindicato, federação e central, assim como todos os brasileiros, estão preocupados com o desenrolar da crise política econômica institucional que corre solta pelo país. A mudança ocorrida no governo não significa que todos os problemas serão simplesmente extintos, mas cria um novo ânimo para os trabalhadores que sabem que têm seus direitos defendidos com garra pelo movimento sindical.

Nada mais importante agora que unificar o movimento comerciário em torno de alternativas que possam contribuir para o enfrentamento e superação dos problemas causados pelo desgoverno, que jogou os trabalhadores em um cenário de incertezas e instabilidades.

Por isso nossa categoria está agrupando forças e se mobilizando para defender as conquistas dos trabalhadores através do resguardo da Constituição, a preservação da CLT, a manutenção da política de valorização do salário mínimo, redução da taxa de juros, controle da inflação, política econômica que estimule o crescimento, reforma justa da previdência, entre outros itens que passam, obrigatoriamente, pelo estreitamento do diálogo entre governo e movimento sindical.


Estamos convictos que estamos trilhando o caminho adequado, unidos à força dos 69 sindicatos comerciários e práticos de farmácia do Estado de São Paulo, que compõem a Fecomerciários, que por sua vez se unem aos 1208 sindicatos filiados à UGT, uma massa de trabalhadores na qual se destaca o sindicalismo comerciário por sua força e organização, no cenário nacional.

Falta justificada

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Santos enfrenta cidade de Carabaillo no Dia do Desafio

Fonte: A  Tribuna
As atividades esportivas vão estar em alta nesta quarta-feira (23), quando acontece o Dia do Desafio, ou Challenge Day. Santos enfrentará Carabaillo, no Peru.

A jornada começa amanhã, às 23h59, com a corrida noturna. A prova de pedestres tradicional tem percurso misto entre asfalto e areia, de 6,5 quilômetros. As inscrições estão encerradas, mas espera-se 1.500 participantes.
Para quarta-feira, várias atividades estão programadas. Entre elas, vivências inclusivas, de bike e skate, parede de escalada e slackline no Emissário Submarino das 9 às 12 horas; corrida para escolares e rua de lazer na Zona Noroeste e maratona de revezamento. 

O objetivo é estimular e mobilizar o maior número de pessoas para a prática de atividades físicas por pelo menos 15 minutos, visando melhorar a qualidade de vida. No dia, quem praticar exercícios deve informar pelo telefone 3278-9800, para colaborar com a competição. No ano passado, Santos concorreu com Santiago de Cuba, para a qual perdeu a invencibilidade depois de 21 anos.

86% das mulheres brasileiras sofreram assédio em público

Pesquisa divulgada pela organização internacional de combate à pobreza ActionAid nesta sexta-feira (20) mostra que 86% das mulheres brasileiras ouvidas sofreram assédio em público em suas cidades. O levantamento mostra que o assédio em espaços públicos é um problema global, já que, na Tailândia, também 86% das mulheres entrevistadas, 79% na Índia, e 75% na Inglaterra já vivenciaram o mesmo problema. Para a pesquisa, foram considerados assédio atos indesejados, ameaçadores e agressivos contra as mulheres, podendo configurar abuso verbal, físico, sexual ou emocional.

(...) A Região Centro-Oeste é onde as mulheres mais sofreram assédio nas ruas, com 92% de incidência do problema. Em seguida, vêm Norte (88%), Nordeste e Sudeste (86%) e Sul (85%).

No levantamento, as mulheres também foram questionadas sobre em quais situações elas sentiram mais medo de serem assediadas. 70% responderam que ao andar pelas ruas; 69%, ao sair ou chegar em casa depois que escurece e 68% no transporte público.

(...) Os dados são publicados no lançamento do Dia Internacional de Cidades Seguras para as Mulheres, uma iniciativa da organização para chamar a atenção para os problemas de assédio e violência enfrentados pelas mulheres nas cidades de todo o mundo. A campanha Cidades Seguras para as Mulheres foi lançada pela ActionAid no Brasil em 2014. O objetivo é promover uma melhoria da qualidade dos serviços públicos nas cidades para tornar os espaços urbanos mais receptivos a mulheres e meninas.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Dia Nacional dos Medicamentos Genéricos

Hoje (20/05) comemora-se 17 anos desta importante categoria no mercado brasileiro

O momento vivido atualmente pelo mercado brasileiro de genéricos pode ser considerado contraditório. Ao mesmo tempo em que a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos) anunciou que a categoria teve um desempenho acima da média do mercado farmacêutico, os números apontam o pior índice de crescimento nos últimos três anos.


Em 2015, as vendas de genéricos somaram R$ 5,9 bilhões – alta de 11,75% frente a 2014. Embora se trate de um montante expressivo, entre 2013 e 2014 o crescimento foi maior – 14,88%. Um desafio no caminho dos produtores de genéricos é aumentar o market share da categoria, que atingiu a fatia de 28,88% em unidades ao final de 2015. O percentual indica um avanço de menos de 2% na participação de mercado em volume. 


As vendas acima da média do mercado permitem que os executivos do setor considerem os genéricos os grandes responsáveis por impulsionar o desenvolvimento do mercado farmacêutico nos dias atuais. “Além de ser o segmento que mais cresce na indústria farmacêutica, há 17 anos, desde que chegou ao varejo, os genéricos hoje representam parte significativa do faturamento das maiores farmacêuticas instaladas no País”, destaca a presidente executiva da PróGenéricos, Telma Salles.




Denúncias de violência sexual contra crianças chegam a quase 50 por dia

Mais de 17,5 mil crianças e adolescentes podem ter sido vítimas de violência sexual no Brasil em 2015, quase 50 por dia durante um ano inteiro. Os números são relativos às denúncias feitas ao Disque-Denúncia Nacional, Disque 100, e foram divulgados nessa última quarta-feira (18), Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

As denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no Disque 100 foram apenas uma parcela das 80.437 registradas em 2015 contra essas faixas etárias. Negligência e violência psicológica são outras violações registradas. As meninas são as maiores vítimas, com 54% dos casos denunciados. A faixa etária mais atingida é a de 4 a 11 anos, com 40%. Meninas e meninos negros/pardos somam 57,5% dos atingidos.

Como denunciar?
Para denunciar qualquer caso de violência sexual infantil, é necessário procurar o Conselho Tutelar, delegacias especializadas, autoridades policiais ou ligar para o Disque-Denúncia Nacional, o Disque 100.

44% da população não lê e 30% nunca comprou livro

Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Centrais decidem apresentar proposta de reforma da Previdência ao governo

Dirigentes das centrais sindicais decidiram apresentar na segunda-feira (30) ao governo uma proposta de reforma da Previdência para que a equipe do presidente interino, Michel Temer (PMDB), incorpore ao projeto que será enviado ao Congresso.

Segundo o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), a proposta será avaliada e, no dia 3 de junho, Planalto deve apresentar um projeto "de consenso" para a votação dos parlamentares e que "tudo está na mesa" para a discussão.
A ideia do governo é criar uma idade mínima para a aposentadoria ou aumentar o tempo de contribuição previdenciária, duas teses rechaçadas pelas centrais sindicais.

Após reunião de trabalho nesta quarta-feira (18) com o ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) e dirigentes da UGT (União Geral dos Trabalhadores), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e Força Sindical, três das seis principais centrais do país, Padilha afirmou que há a possibilidade de se criar uma "regra de transição" para quem já estiver no sistema e, assim, "não mexer em direitos adquiridos", o grande temor das centrais.

Um terço do Senado responde a acusação criminal


Fonte: Pública
Uma particularidade dos sistemas político e jurídico brasileiros permite que parlamentar réu, investigado – ou até mesmo condenado à prisão pela mais alta corte do país –, legisle sobre os grandes temas nacionais. Dos 81 senadores, 24 são acusados ou suspeitos de práticas criminosas. Renan e Cassol, condenados à prisão, lideram a bancada dos enrolados no Supremo. PMDB, PP e PT são as bancadas com mais investigados.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Governo Temer quer legalizar bingos, cassinos e bicho

Fonte: Zero Hora
Ministros do governo Michel Temer querem propor a legalização dos jogos de azar, como bingos, cassinos, jogo do bicho e caça-níqueis. Segundo a Folha de S. Paulo, a ideia é aumentar as receitas da União.

Hoje o jogo existe de forma clandestina e sem gerar qualquer benefício para o Estado — justificou ao jornal o novo ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

Conforme Alves, Temer é "simpático" à ideia, mas ainda não tratou dela desde que assumiu como presidente interino, na semana passada. O ministro defende que a liberação do jogo seria um estímulo ao turismo e à retomada da atividade econômica.

Pelo menos três ministros, além de Henrique Alves, apoiam a liberação dos jogos. Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Maurício Quintella Lessa (Transportes), deputado licenciado do PR que apresentou um projeto de lei para legalizar os cassinos em 2008, e Blairo Maggi (Agricultura), senador licenciado do PP, foi autor de um relatório que libera cassinos, bingos, caça-níqueis e jogo do bicho. O texto foi aprovado em março por uma comissão especial e ainda será votado em plenário.

Os argumentos são contestados pelo Ministério Público Federal, que se opõe à ideia e vê risco de incentivo à lavagem de dinheiro e à corrupção. Para o secretário de Relações Institucionais do órgão, Peterson de Paula Pereira, o crime poderá usar o jogo como um instrumento para ocultar a origem de dinheiro desviado dos cofres públicos e também como fachada para encobrir lucros com o tráfico de armas e drogas. Ele afirma que a legalização do jogo beneficiaria agentes que já controlam bingos e cassinos ilegais.

Mulheres conquistam espaço em portarias de condomínios

Fonte: Agora SP
As mulheres tentam ganhar espaço em uma área que, até pouco tempo, era exclusividade de homens. Portarias de prédios residenciais e comerciais são cada vez mais femininas e especialistas enxergam de forma positiva essa mudança.

Consultor do Senac de São Paulo, Marcello de Simoni Guião Quinta diz que a atuação das mulheres é mais aceita na portaria de condomínios comerciais. "Em prédios comerciais, eles dão preferência porque é função que se confunde com recepcionista. O nível de percepção da mulher é maior, além da delicadeza no trato.

O preconceito em relação às mulheres é de que não teriam condição de "impor respeito" quando um ladrão se aproxima. Segundo o professor de cursos de portaria do Siemaco Toni Ketendjian, esse receio não se justifica. "O histórico mostra que, em condomínio residenciais e empresas, era homem na portaria quando ocorreu um roubo. Dificilmente, bandidos conseguem fazer assalto com mulheres na portaria", diz. "As mulheres são mais detalhistas, atenciosas. Elas se interessam mais pelo perfil do visitante e conseguem detectar as intenções.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Temer cria grupo com centrais para discutir reforma da Previdência em 30 dias

Em reunião com as centrais sindicais dia 16/5, o presidente interino Michel Temer decidiu criar um grupo de trabalho para apresentar, em 30 dias, uma proposta sobre a reforma da Previdência. Cada entidade terá dois representantes no colegiado, que terá a primeira reunião na próxima quarta-feira (18).

Embora tenham se manifestado reticentes a mudanças na aposentadoria, sindicalistas que participaram de reunião hoje com Temer se comprometeram a procurar soluções junto com o governo. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) não participaram do encontro por serem contrárias ao impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff.

Na opinião das centrais sindicais presentes, há alternativas de financiamento para a Previdência que não seja a mudança na idade dos trabalhadores para ter direito ao benefício, como o aumento da arrecadação por meio da formalização do trabalho e a criação de impostos por meio da legalização dos jogos de azar.

Atentos ao novo governo

Luiz Carlos Motta
Presidente Fecomerciários

A Fecomerciários e seus 69 Sindicatos Filiados estão atentos às medidas que possam ser adotadas pelo presidente interino Michel Temer, a pretexto da retomada do crescimento econômico. Já marcamos nossa posição com a veiculação do documento unitário “Comerciários paulistas no enfrentamento das crises nacionais”, aprovado, por unanimidade, em nossa Assembleia Geral do Conselho de Representantes, em 28 de abril. 

No texto, reafirmamos que, seja qual for o rumo governamental que venha a vigorar no Brasil, defendemos a democracia, a Constituição, a CLT, o emprego, a renda e outros direitos dos trabalhadores.

Defendemos, por exemplo, a manutenção da política de valorização permanente do salário mínimo. Piso Nacional com poder de compra reflete nos demais e contribui com a movimentação da economia. Mercado interno aquecido gera emprego, principalmente aos comerciários.

No documento repudiamos proposta do Plano de Governo Temer, denominada “Uma Ponte para o Futuro”, no qual o negociado entre patrões e empregados deve prevalecer sobre o legislado, em detrimento das Convenções Coletivas de Trabalho.

Temer será Presidente da República até o Senado Federal concluir o julgamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Ela retornará ao cargo se o Senado rejeitar o impeachment ou se, ao final de 180 dias, contados a partir da notificação (12 de maio), a Casa não tiver concluído o processo.

Brasileiros não suportam o preço dos medicamentos

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Os preços e os reajustes no mercado farmacêutico formam uma equação que mostra estes três fatores: consumidores, governo e produtores.

Para os consumidores que necessitam do uso contínuo de medicamentos, o aumentos de 12,5% concedido em abril teve um impacto direto sobre a renda mensal.  O grupo que mais sofre é o dos aposentados, que em sua grande maioria não têm outra fonte de renda e não conseguem acompanhar o aumento, não só dos medicamentos, mas dos outros produtos da cesta básica também, que ultrapassam em muito o aumento dos benefícios.

Para aqueles que sobrevivem apenas com a ajuda dos remédios diários, a renda que sobra após a compra compulsória está bem menor e não cobre os gastos mensais necessários; às vezes é preciso diminuir, por exemplo, até os gastos com alimentação, uma área sensível.

Para o governo, entretanto, este aumento, não faz muita diferença pois, mesmo sendo um grande consumidor, o governo também é um grande recebedor de impostos, ou seja, o que gastar  mais na compra será compensado no recebimento de taxas, ficando praticamente elas por elas.

Grandes redes de farmácias e drogarias já representam mais da metade do segmento

Fonte: Guia da Farmácia c/informqações Monitor Digital
As grandes redes de farmácias e drogarias já são predominantes no varejo farmacêutico nacional. A representatividade deste segmento em relação ao volume de vendas cresceu de 42% para 56% entre 2007 e 2015. Enquanto isto, as farmácias independentes encolheram de 55% para 30%. Os indicadores são do IMS Distribution Services.


Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, o aumento da renda da população do País a partir do fim da década passada contribuiu para mudar o perfil do consumidor e estimulou a abertura de novos pontos de venda.

Apesar da crise, Nestlé planeja expandir operações e criar novas vagas no País

Mesmo em um cenário de crise, com a previsão do segundo ano seguido de contração do PIB, a Nestlé pretende expandir a operação brasileira, que hoje emprega 21 mil pessoas, segundo o principal executivo para as Américas e vice-presidente global da companhia, Laurent Freixe, em entrevista ao ‘Estado’. O grupo suíço, fundado há 150 anos e presente há 95 no Brasil, pretende criar 3 mil postos de trabalho ao longo dos próximos três anos, com prioridade para os profissionais mais jovens. No total, serão 7 mil contratações nesse período, incluindo as substituições.

Apesar da crise, a companhia, que vai investir mais de R$ 500 milhões no Brasil só neste ano, vê motivos de sobra para continuar apostando no País – que é seu quarto mercado global. A empresa conseguiu se manter no azul no Brasil em 2015 e vê vários mercados com potencial de forte expansão nos próximos anos, segundo Freixe, como cápsulas de café (o País ganhou, há poucos meses, a primeira fábrica do produto fora da Europa), alimentos de apelo saudável e nutrição animal.

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