quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Previdência pode ter gatilho para idade mínima superar 65 anos

Fonte: Fecomerciários c/informações Estado de S.Paulo
A proposta de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer tem em mãos prevê o aumento da idade mínima para além dos 65 anos fixados inicialmente. O texto, elaborado pela equipe técnica do governo, propõe um gatilho que permitirá aumentar o piso da idade à medida em que também subir o tempo médio de sobrevida (a quantidade de anos de vida depois da aposentadoria).

A “calibragem” evitaria a necessidade de discutir novos projetos de reforma previdenciária acompanhando o envelhecimento da população. Caberá a Temer a decisão de deixar ou retirar esse dispositivo. Os técnicos, porém, defendem o instrumento como necessário para que os efeitos da reforma, de alto custo político, sejam de longa duração.

O presidente já decidiu, porém, que a proposta de reforma só será enviada ao Congresso em novembro, após o segundo turno das eleições. A decisão é mais um recuo do governo que, inicialmente, encaminharia o texto ainda este mês. Em jantar oferecido ontem por Temer a ministros e líderes dos partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou que a prioridade do governo é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos. A PEC chegou a ser classificada como “o Plano Real do governo Temer” por parlamentares presentes à reunião.

Mudança

Regularidade salarial

De acordo com o Art. 459 da CLT, o período de pagamento do salário não pode ser superior a um mês, exceto para comissões, porcentagens e gratificações. Quando o pagamento for definido por mês, trabalhadores(as) deverão recebê-lo até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido. Os salários serão pagos em dinheiro. Será fornecido contra-recibo para o pagamento de salários assinado pelo empregado ou, se for analfabeto, mediante sua impressão digital. Os salários serão pagos em dia útil e no local de trabalho durante a jornada ou imediatamente após seu encerramento, salvo quando efetuado por depósito em conta bancária.

Os trabalhadores têm direito a receber um salário adicional a cada ano. O 13º salário é uma gratificação equivalente a um salário mensal e é pago em duas vezes, em novembro e dezembro. 
(Art. 463-467 da CLT) 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Saiba quem pode requerer aposentadoria sem perdas

Fonte: Diário de S.Paulo
Muitos segurados estão esperando para pedir a aposentadoria no INSS, mas não sabem que já podem agendar o atendimento para garantir o direito. É o caso dos segurados com mais idade e mais tempo de contribuição que já atingiram o fator maior do que 1. Nessas situações, o índice deixa de descontar o benefício e passa a aumentá-lo. Um segurado com 63 anos de idade e 38 anos de contribuição, por exemplo, tem fator previdenciário 1,045. Se sua média salarial for de R$ 2 mil, seu benefício será de R$ 2.090,26. Ou seja, ele não precisa mais esperar para fazer o pedido na Previdência, pois, além de não ter desconto, sua média aumentou.

Os segurados que sempre receberam valores próximos do salário-mínimo (R$ 880, hoje) ou fizeram contribuições como autônomo ou facultativo pelo piso também não precisam esperar mais. Além disso, o INSS não pode pagar uma aposentadoria menor do que o mínimo.

Quem já atingiu, na soma da idade com o tempo de contribuição 85 pontos, no caso das mulheres, e 95 pontos, no dos homens, também já pode agendar o pedido. A fórmula 85/95 foi criada no ano passado e garante que o segurado não tenha desconto no benefício. Assim, ele receberá 100% de sua média salarial, calculada com os 80% maiores salários de contribuição.

Reciclar!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

As nove cidades da região da Baixada Santista geravam por dia, em 2003, 884,8 toneladas, de acordo com dados da Cetesb. Após uma década (2013), passaram para 1.559,3 toneladas diárias (aumento de 73%). Em Santos, o aumento foi 251 para 389 toneladas por dia no período. Já a média diária de 2014, segundo dados da própria prefeitura, foi de 529,19. A reciclagem, porém, ainda representa pouco, em torno de apenas 3% do total produzido na cidade.

A quantidade de lixo produzida diariamente por um ser humano é de aproximadamente 5 Kg. Se somarmos toda a produção mundial, os números são assustadores. Só o Brasil produz 240 mil toneladas de lixo por dia. O aumento diário da quantidade de lixo se deve ao aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo de uma população. Além disso, quanto mais produtos industrializados, mais lixo é produzido, como embalagens, garrafas etc.

Uma garrafa plástica ou de vidro pode levar 1 milhão de anos para decompor-se. Uma lata de alumínio, de 80 a 100 anos. Porém todo esse material pode ser reaproveitado, transformando-se em novos produtos ou matéria prima, sem perder as propriedades. Separando todo o lixo produzido em residências, estaremos evitando a poluição e impedindo que a sucata se misture aos restos de alimentos, facilitando assim seu reaproveitamento pelas indústrias. Além disso, estaremos poupando a meio ambiente e contribuindo para o nosso bem estar no futuro ou poderemos ter nossa água racionada, nossos filhos com sede e problemas respiratórios.

A atividade da reciclagem é sempre saudável e proporciona economia de recursos sendo cada vez mais difundida em todos os âmbitos. Todos devem participar e podemos começar, educando nossas crianças a respeitar e ter consciência pela vida que nos cerca e da qual fazemos parte, incentivando-as a preservar nosso meio ambiente, através de atitudes simples como separar o lixo. 

BTG quer se desfazer da Big Ben

A Rosário não deverá ser o último negócio do qual o braço de farmácias do BTG deverá se desfazer.

Segundo fontes de mercado, um dos objetivos de curto prazo da Brasil Pharma seria a venda da Big Ben, considerado o melhor ativo de seu portfólio, com 258 lojas próprias e uma posição forte no Estado do Pará.

Segundo informações do mercado financeiro, o principal candidato à aquisição seria o Grupo Ultra, dono dos postos de combustíveis Ipiranga, que comprou a principal rival da Big Ben, a Extrafarma, há três anos. 

Associativismo

Fonte: Febrafar
As farmácias e drogarias são o principal canal de dispensação de remédios para a população brasileira. Nos próximos anos, o Brasil deve tornar-se o 4º mercado de consumo de medicamentos no cenário mundial, segundo a consultoria IMS Health. De acordo com a IMS Health, que audita o mercado farmacêutico global, no Brasil há mais de 65 mil farmácias e drogarias. A expansão das redes de farmácias e drogarias ocorreu na década de 80, a partir da informatização dos estoques dos pontos-de-venda (PDV’s) e da diminuição no número médio de funcionários por loja.

Redes Independentes
As farmácias independentes representam mais de 90% do total das farmácias brasileiras, sendo que a maioria não é atrelada a nenhuma bandeira (franquia, rede ou associativismo). 

Associativismo
O associativismo é uma iniciativa que reúne um grupo de empresas ou pessoas com o objetivo de superar dificuldades por meio da ajuda mútua, gerando benefícios econômicos, sociais e/ou políticos em prol de todo o grupo, além de proporcionar a oferta de bens e serviços em condições mais vantajosas para o consumidor.

Em faturamento, as redes associativistas já representam em torno de 12% do mercado (base: 2013). Atreladas a uma bandeira, as farmácias associativas vêm se estruturando e se organizando desde 1994 – quando começaram a enfrentar com profissionalismo e poder de barganha os desafios de um mercado regulado e em constante transformação. Ano após ano, as lojas vêm, por meio de ações estratégicas, aprimorando sua atuação e fortalecendo a sua marca em sua área de influência. 

Farmácias associativistas crescem mais que mercado

Durante o 2º Encontro Febrafar 2016, o diretor de relacionamento do IMS Health, Eduardo Rocha, apresentou uma consolidação de dados promovida pela parceria entre a Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) e IMS Health. Segundos esses números, as farmácias das redes ligadas à Febrafar tiveram crescimento muito acima do mercado, entretanto, o mais importante foi a constatação de que as utilizações efetivamente das ferramentas de gestão oferecidas pela Federação proporcionaram um aumento ainda maior. Segundo o levantamento, os associados Febrafar estão presentes em todo o território nacional, sendo representados por 52 bandeiras e 9.332 lojas ativas, que atingiram R$ 8,5 bilhões em faturamento nos últimos doze meses.

Contudo, os dados que mais chamam a atenção estão relacionados ao crescimento, uma vez que, enquanto o mercado de farmácias cresceu 11,4% no período de um ano (finalizado em julho de 2016) as redes associadas à Febrafar elevaram seu faturamento em 13,1% no mesmo período. Já as lojas que migraram para a Federação, tiveram um crescimento muito mais expressivo, atingindo o índice de 23% em unidades de medicamentos vendidos.


Trabalho doméstico

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Profarma compra rede Rosário

Fonte: Profarma
A Profarma anunciou a compra da Rede Rosário que opera 150 lojas no Distrito Federal, em Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A operação de aquisição de 100% do capital social da empresa aguarda a aprovação do CADE.

Essa iniciativa visa a assegurar uma importante participação em uma região fortemente dominada por grandes redes nacionais e, desta forma, viabilizar condições comerciais ainda melhores para os clientes do atacado.

Acompanhe a trajetória de uma trabalhadora como você

Fonte: TRT-2
Sabe aquela típica moça muito trabalhadora? Sempre apressada para ir para o serviço, e para conciliá-lo com os estudos? Tipo sua filha, irmã, amiga ou namorada? Ou quem sabe sua vizinha, colega de classe ou de trabalho? Que “rala” atrás de seus objetivos, que quer saber quais direitos tem, que quer buscar seu lugar ao sol com muito suor e esforço. Igualzinha a você, ou a tanta gente que você conhece.

Ela está no TRT-2 e já contou muita coisa. Sobre seus sonhos, suas batalhas e, principalmente, sua trajetória profissional: de jovem aprendiz até os empregos que terá na vida adulta. As andanças e as dúvidas dela sobre direitos ligados ao trabalho, deveres e leis podem ser as mesmas que você tenha.

Conheça a Justina
Essa mocinha simpática e determinada vai trabalhar desde os 15 anos, crescer, virar adulta e aprender muito. Acompanhar a trajetória dela, nas fanpages do Facebook do TRT-2, será uma aventura: pode esperar muita luta e conquistas, e algumas reviravoltas e tropeços. E muita, muita informação: sobre as leis trabalhistas, sobre direitos e deveres ligados ao trabalho, sobre como o maior tribunal trabalhista do país e entidades parceiras podem ajudá-lo(a). Contada por e para alguém igual a você.

Curta a página da Justina
Seja com sua história de vida, com sua linguagem e trejeitos; seja com os trabalhos que teve, os chefes e pessoas que encontrou; ou ainda com as dúvidas e situações no trabalho pelas quais ela vai passar, você vai achar algo que conhece, ou que quer saber.

Quer apostar que você vai se identificar com a Justina?
Acompanhe a sua trajetória, que está se desenrolando este ano, por meio do Facebook da Justina: www.facebook.com/justinatrt2 e também pela fanpage do TRT-2, www.facebook.com/trtsp2. Curta e fique de olho nas atualizações – além da informação, haverá emoções suficientes para um romance. Ou para uma vida inteira.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Alimentos podem interagir com medicamentos e prejudicar o tratamento

A interação medicamentosa é geralmente conhecida como um evento clínico no qual um fármaco é afetado por outro fármaco. Mas essa interação não se resume a medicamentos: ela pode ocorrer entre fármaco e fitoterápico, bebida alcoólica, agente químico e também entre medicamento e alimento. 

A farmacêutica Juliana Chan, orientada pela pesquisadora do FoRC, Neuza Hassimotto, mostra em seu trabalho de conclusão do curso de Farmácia-Bioquímica da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), que, apesar de serem mais difíceis de identificar clinicamente, as interações entre medicamento e alimento podem ocorrer. Em algumas situações, isso acontece de maneira favorável, em outras, pode prejudicar o tratamento.

Juliana mostra na pesquisa que soluções e suspensões interagem menos do que outras formas de administração, pois se movem mais facilmente no estômago e também do estômago para o intestino. Cápsulas e comprimidos, por sua vez, precisam ser dissolvidos, uma etapa a mais que pode ser afetada por alimentos.

Caiu na malha-fina do INSS? Saiba o que fazer

Fonte: Diário de S.Paulo
Segurados que estão recebendo cartas do INSS informando que os benefícios serão reduzidos por conta de um erro do próprio instituto, que processou a revisão dos auxílios, podem recorrer administrativamente ou procurar a Justiça para reverter a decisão.

O advogado Roberto de Carvalho Santos, do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários) explicou que entre 1999 e 2009 o INSS se equivocou ao calcular auxílios e aposentadorias por invalidez deixando de descartar as 20% menores contribuições desde julho de 1994.

Em 2012, o Ministério Público Federal e o Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical) ganharam uma ação civil pública que obrigou o  INSS a pagar as diferenças. O órgão revisou administrativamente os benefícios, porém só dos últimos 10 anos antes da ação, concedido entre 17 de abril de 2002 e 29 de outubro de 2009.

Apesar de estabelecer o prazo de 10 anos, na hora de processar a revisão  o INSS favoreceu segurados com benefício anteriores a 17 de abril de 2002, que teriam direito, mas não entrariam nessa revisão administrativa.

Por isso, o instituto começou a enviar cartas informando que esses aposentados terão o valor de seu benefício reduzido, não receberão as diferenças da revisão e terão desconto mensal.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Manifestações contra a reforma trabalhista

Fonte: Portal Vermelho
A ameaça aos direitos dos trabalhadores ganhou força com a proposta das reformas trabalhista e previdenciária sinalizadas pelo governo de Michel Temer. A precarização das condições de trabalho, defendida por parte do empresariado, se expressa também em projetos no Congresso Nacional. Recentes decisões no Supremo Tribunal Federal (STF) fazendo valer acordos coletivos sobre a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) preocupam as centrais, que realizam nesta quinta-feira (22) atos pelo Brasil.

Às manifestações organizadas pelas centrais se juntarão atos de diversas categorias profissionais como bancários, educadores e servidores públicos. Estão programados protestos em todas as regiões do país com atos confirmados em cerca de 24 estados durante todo o dia.

Os atos desta quinta são organizados em conjunto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e Intersindical.

Compras de medicamentos on-line cresceu 48%

As redes de farmácias são as que mais têm potencial para explorar o comércio eletrônico, segundo pesquisa feita com clientes das lojas pela Croma Marketing Solutions. Levantamento junto a três mil compradores detectou que, nestas categorias, há uma maior distância entre o porcentual de compradores que hoje já adquire mercadorias online e os que dizem estar dispostos a fazê-lo no futuro.

De acordo com a pesquisa, 33% das pessoas dizem comprar medicamentos on-line, fatia que cresce para 48% quando a questão é a intenção de compra futura.

"O aspecto da conveniência é o que salta mais aos olhos", avalia o CEO da Croma, Edmar Bulla. Para ele, a crise reforçou a busca por promoções e preço baixo, e há mais facilidades nessas buscas via internet, o que tende a permanecer, mesmo num cenário macroeconômico melhor.

O estudo avaliou ainda a familiaridade dos consumidores com diferentes tecnologias que o varejo tem implementado. A mais conhecida é a dos aplicativos de compras, utilizados com frequência por 54% dos compradores entrevistados. Já ideias como a realidade aumentada são familiares para apenas 18%.

Mais de um terço dos aposentados continua trabalhando, diz pesquisa

Fonte: Fecomerciários c/informações G1
Mais de um terço das pessoas acima de 60 anos que já estão aposentadas no Brasil continuam trabalhando, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A proporção é de 33,9%. Considerando os aposentados que tem entre 60 e 70 anos, o percentual dos que trabalham sobe para 42,3%.

A principal justificativa entre os aposentados que ainda trabalham é a necessidade de complementar a renda. Para 46,9%, a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas e despesas pessoais.

Já 23,2% dizem que continuam no mercado para manter a mente ocupada e 18,7%, para se sentirem mais produtivos. Outros 9,1% dizem que precisam trabalhar para ajudar familiares.

Entre os aposentados que continuam no mercado, a maioria, com 17%, são profissionais autônomos. Outros 10% são trabalhadores informais ou fazem bicos, enquanto 2,1% são profissionais liberais. Os que são funcionários de empresas privadas somam 1,7%.

A aposentadoria e o recebimento de pensão são a principal fonte de renda para 74,6% dos idosos brasileiros. A pesquisa ainda aponta que, para 23,4% dos aposentados, a renda atual não é suficiente para atender a todas as necessidades.

Mesmo assim, 9 em cada 10 idosos (95,7%) contribuem ativamente para o sustento financeiro da casa, sendo que em mais da metade dos casos (59,7%) eles são os principais responsáveis.

Um terço da população brasileira responsabiliza a mulher pelo estupro

Mais de 33% da população brasileira consideram a vítima culpada pelo estupro. O dado consta de pesquisa feita pela Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Divulgado hoje (21), o levantamento mostra ainda que 42% dos homens e 32% das mulheres entrevistados concordam com a afirmação: “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, enquanto 63% das mulheres discordam.

“O percentual dos que concordam não varia entre homens e mulheres (30%), o que significa que, para um terço dos brasileiros, a mulher que é agredida sexualmente é, de alguma forma, culpada pela agressão sofrida se opta por usar certas peças de roupa”, diz o levantamento.

De acordo com a pesquisa, os graus de concordância variaram mais em função da idade e escolaridade. Os grupos que mais se afastam da média são as pessoas com 60 anos ou mais, com 49% de discordância e, no lado oposto, as pessoas com ensino superior, em que a discordância chegou a 82%.

O levantamento mostra também que 65% da população tem medo de sofrer violência sexual. "O percentual cresce quando desagregamos o dado por sexo, já que 85% das mulheres brasileiras afirmam ter medo ante 46% dos homens".

Metodologia
A Datafolha fez 3.625 entrevistas com pessoas a partir de 16 anos de idade, em 217 municípios. A coleta de dados foi feita entre os dias 1º e 5 de agosto deste ano. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja AQUI a pesquisa completa

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dia de luta das pessoas com deficiência

O dia 21 de setembro foi escolhido  pela proximidade  com a primavera  e o dia  da árvore  numa representação  do nascimento  das reivindicações  de cidadania  e participação plena em igualdade de condições. A data foi oficializada através  da Lei Federal n° 11.133, de 14 de julho de 2005.

Quanto tempo tenho para buscar meus direitos trabalhistas na justiça?

O empregado só tem 2 anos, contados da data do desligamento da empresa para buscar seus direitos na justiça. Caso esse prazo seja ultrapassado, mesmo que o empregado tivesse direitos a receber, tais direitos já estão prescritos e não podem mais ser objeto de discussão.
Art. 11 – O direito de ação quanto a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve: I – em cinco anos para o trabalhador urbano, até o limite de dois anos após a extinção do contrato Artigo 11, I, CLT.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

A falta de uma família estável!

A mídia está cheinha de notícias que envolvem crimes praticados por adolescentes. Que tipo de pessoas são estas que não tem o mínimo respeito pela vida dos outros?

Como ninguém já nasce tão malévolo, só podemos concluir que a falta de uma família estável e educada seja a raiz desse tipo de comportamento. Afinal, a família é o primeiro ambiente social no qual a criança evolui e aprende os primeiros ensinamentos, internalizando aprendizados sobre regras básicas do agir e conviver com os outros, os limites, valores, atitudes culturais, emocionais, morais, éticas e outras informações necessárias para vir a ser um cidadão consciente e uma pessoa disciplinada na sua futura vida em sociedade.

São as influências que recebe na família, que ajudarão a criança a construir suas características pessoais, seu modo de pensar, sentir, reagir e se relacionar. Assim, uma criança, convivendo com pais ou mesmo um pai ou uma mãe que a estimula positivamente, fazendo-a sentir-se amada e em segurança, terá as melhores condições para aprender o que precisa para seu desenvolvimento rumo à autonomia e à independência como ser humano.

Se a criança não tem a “sorte” de nascer no seio de uma família estruturada que a eduque com valores de moralidade, crescendo sem orientação, sem limites, sem noções de respeito, acabará, sem dúvida, caindo na marginalidade e amoralidade, achando que atirar pedras nos veículos, colocar fogo nas pessoas, maltratar os animais não é mais que um mero passatempo.


A sociedade precisa combater a falta de estrutura familiar, falta de um projeto de vida, valorização do ter ao invés do ser, falta de políticas públicas que combatam a desigualdade social, impunidade, consumo de drogas.  Não há caminho fora do trabalho e educação para produzir cidadãos do bem.

Justiça do Trabalho faz 75 anos em meio a pressão por mudanças

Fonte: Valor Econômico
A Justiça do Trabalho completa 75 anos em um momento delicado da sua história. Com um orçamento menor do que o esperado, tenta conciliar funcionários e empresas em meio a pressões por uma modernização das leis trabalhistas. Mudanças que dividem empregados e patrões ­ que reclamam de um protecionismo exacerbado ­ e não geram consenso nem entre os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Enquanto o presidente Ives Gandra Martins Filho defende abertamente a modernização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a prevalência de acordos coletivos, a maioria dos ministros critica a flexibilização dos direitos dos trabalhadores. Mas à medida que evoluem as discussões, os magistrados acompanham decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) favoráveis aos acertos feitos entre empresas e sindicatos e que reformam entendimentos do TST.

Os que exigem mudanças apresentam uma alta conta para as empresas: R$ 17 bilhões em 2015 ­ o valor pago em ações trabalhistas. Para o Ministério Público do Trabalho (MPT), porém, ainda é financeiramente “vantajoso” para as empresas descumprirem leis trabalhistas.

Em meio às pressões, a Justiça do Trabalho luta para manter sua estrutura. Neste ano, foi surpreendida por um orçamento menor que o solicitado, de R$ 16 bilhões, e uma justificativa incomum do relator­geral do orçamento da União para 2016, deputado Ricardo Barros (PP­PR), para a redução do valor inicial, de R$ 18 bilhões. “O próprio relator colocou que, como a Justiça do Trabalho estava mais prejudicando que colaborando com as relações do trabalho, não merecia um orçamento tão ampliado”, afirma o ministro Ives Gandra Martins Filho.

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