![]() |
| Font:; SPM/PR |
quarta-feira, 9 de março de 2016
CNTC lança campanha pela Igualdade de Gênero
Fonte: CNTC
A diferença no tratamento entre o homem e a mulher no mercado de trabalho é um dos grandes desafios que enfrentamos diariamente.
A mulher trabalhadora ainda ganha menos do que o profissional masculino e tem menos oportunidades de ascensão a cargos de chefia.
Ainda há muito a ser feito para acabarmos com as diferenças salariais de gênero e a desigualdade de oportunidades, a baixa representação das mulheres em cargos de liderança, a violência desenfreada e outras violações contra as mulheres.
Por isso, a diretoria de Políticas para as Mulheres da CNTC lança em março a campanha nacional pela Igualdade de Gênero e pela Autonomia das Mulheres. A primeira fase da campanha contará com uma ampla divulgação para o sistema CNTC.
Além disso, já está na web o site www.igualdadedegenero.com.br. O portal tem informações importantes a respeito da busca pela igualdade de gênero, campanhas, números para denúncias, entre outras informações sobre o tema.
terça-feira, 8 de março de 2016
Pré-diabete atinge 40 milhões de brasileiros
Fonte: O Estado de S.Paulo
A diabete é uma doença grave e que preocupa muitas pessoas atualmente. O período de desenvolvimento é de 10 anos e, durante esse tempo, é comum que as pessoas entrem no estágio da pré-diabete, caracterizado pelo índice glicêmico em jejum entre 99 e 127. O precedente da doença também é importante e precisa ser tratado, antes que evolua para a diabete.
"Em geral, pessoas que tem pré-diabete são aquelas que estão acima do peso e têm risco de desenvolver diabete tipo 2", explica o endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Rogério Silicani. Além disso, o especialista afirma que, normalmente, o estágio está relacionado ao aumento de gordura, especialmente a abdominal.
Há ainda outros fatores de risco que podem levar pessoas a desenvolverem a pré-diabete, como genética favorável para desenvolver a doença, já ter tido índices elevados de glicemia, mulheres que tiveram diabete gestacional ou filhos com mais de quatro quilos, ser hipertenso, sedentário ou ter mais de 40 anos.
Estima-se que para cada diabético, três pessoas estejam na condição de pré-diabete, isto é, aproximadamente 40 milhões de brasileiros. Apesar do número elevado, o coordenador do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ricardo Cohen, afirma que poucas pessoas que estão nesse estágio têm conhecimento.
Mulheres mobilizadas!
Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas
Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam que viviam no Brasil 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população
Elas são maioria da população, passaram a viver mais, têm tido menos filhos, ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, atualmente, são responsáveis pelo sustento de 37,3% das famílias.
Elas são mais escolarizadas, ganham menos que os homens, trabalham em jornada dupla. As mulheres também representam a maioria dos trabalhadores em tempo parcial e do setor informal e têm uma taxa de desemprego maior que o setor masculino.
Ministério do Trabalho publica aferição das Centrais
Fonte: Diap
Foi publicado pelo MTE o resultado da aferição das centrais sindicais. Seis das treze centrais existentes no país atingiram o índice de representatividade exigido pela lei 11.648/2008.
| Centrais Sindicais | Sindicatos n° | % | Trabalhadores Filiados n° | % |
| CUT - Central Única dos Trabalhadores | 2.319 | 21,22 | 3.904.817 | 30,47 |
| UGT - União Geral dos Trabalhadores | 1.277 | 11,69 | 1.458.320 | 11,38 |
| CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil | 744 | 6,81 | 1 . 2 8 7 . 11 0 | 10,04 |
| FS - Força Sindical | 1.615 | 14,78 | 1.279.477 | 9,98 |
| CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros | 597 | 5,46 | 1.028.439 | 8,02 |
| NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores | 1.136 | 10,40 | 954.443 | 7,45 |
| CONLUTAS | 105 | 0,96 | 286.732 | 2,24 |
| CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil | 217 | 1,99 | 248.207 | 1,94 |
| CBDT - Central Brasileira Democrática dos Trabalhadores | 94 | 0,86 | 85.299 | 0,67 |
| PÚBLICA | 21 | 0,19 | 16.580 | 0,13 |
| UST - União Sindical dos Trabalhadores | 6 | 0,05 | 791 | 0,01 |
| Central Unificada dos Profissionais Servidores Públicos do Brasil | 3 | 0,03 | 875 | 0,01 |
| INTERSINDICAL | 1 | 0,01 | 1.739 | 0,01 |
segunda-feira, 7 de março de 2016
Brasileiras amamentam mais que britânicas, americanas e chinesas
Fonte/Foto: Diário do Litoral
Mães brasileiras amamentam mais do que britânicas, americanas e chinesas, aponta um estudo publicado nesta quarta (2/3) na revista britânica 'The Lancet'. No Brasil, a taxa de amamentação exclusiva aos seis meses, prática recomendada por organizações de saúde, é o dobro de países como Estados Unidos, China e Reino Unido, segundo o estudo. O país também lidera quando observada a taxa de amamentação até o primeiro ano de vida do bebê.
O estudo também mostra que 50% das crianças brasileiras são amamentadas até um ano. Para 25% delas, a amamentação segue até dois anos. 'O Brasil é o país que tem maior aumento na taxa de amamentação nos últimos 30 anos. Nos Estados Unidos a taxa agora começa a aumentar um pouco. Lá, 25% [dos bebês] amamentam até um ano. Aqui é 50%', explica o professor da Ufpel (Universidade Federal de Pelotas) e coordenador do estudo, Cesar Victora.
O estudo, considerado o mais abrangente já publicado.Saiba mais...
Mulheres são maioria no mercado de trabalho, aponta pesquisa
Fonte: CNTC c/informações Play 1 TV
O nível de ocupação aumentou mais para as mulheres do que para os homens, se comparados 2012 e 2015. É o que mostra levantamento sobre a inserção feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal, que confronta os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego do ano passado com a de 2012. No último ano, 743 mil mulheres estavam no mercado de trabalho como ocupadas ou em busca de emprego. Quando comparado aos números de 2012 (701 mil), o resultado mostra aumento de 42 mil — em relação às ocupadas, o crescimento é de 28 mil.
Do lado masculino, 46 mil entraram no mercado de trabalho como ocupados ou em busca de emprego, o que significa 792 mil em 2015 contra 746 mil em 2012. Para eles, no entanto, as oportunidades foram mais escassas, e o aumento do número de ocupados foi de 16 mil.
“De um lado, a construção civil e a indústria mostram redução nos postos de trabalho nesses períodos [2012 e 2015], e grande parte dos funcionários nessas áreas é homem. Por outro, houve aumento de vagas para mulheres no setor de serviços e, em menor medida, no de comércio”, explica a coordenadora da Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Adalgiza Amaral.
Quanto aos desempregados, em 2012 as mulheres fora do mercado representavam 106 mil e, no último ano, 120 mil. Para os homens, esses números foram 72 mil e 101 mil, respectivamente.
sexta-feira, 4 de março de 2016
CNTC lança guia para o trabalhador em tempos de crise
Fonte: CNTC
Em tempos de inflação, desemprego, juros altos e recessão econômica, ter noções de educação financeira pode fazer uma grande diferença na vida do trabalhador e sua família. Pensando nisso, a diretoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) acaba de lançar o “Guia para o trabalhador em tempos de crise”.
O presidente da CNTC, Levi Fernandes Pinto, destaca a importância da educação financeira. “Não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro. É buscar melhor qualidade de vida, tanto hoje quanto no futuro, proporcionando segurança material para aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo conseguir superar eventuais imprevistos”.
A educação financeira possui importante papel no processo de desenvolvimento econômico, gerando consciência financeira para orientar decisões, proporcionando uma boa gestão das finanças pessoais. A cada momento a sociedade é impactada pelo lançamento de um novo produto, por uma propaganda encantadora e com isso os consumidores são levados ao consumo desenfreado, sem planejamento e gerando endividamento.
Sem as noções básicas necessárias para avaliar os impactos do consumo sem controle, o salário acaba sendo insuficiente para o pagamento das dívidas assumidas. Consequentemente as pessoas recorrem ao crédito rotativo, ao cartão de crédito, o cheque especial e o empréstimo em bancos ou financiadoras, criando a famosa bola de neve dos endividados.
A CNTC acredita na importância de trabalhadores mais informados e na educação financeira de jovens e crianças, bem como dos trabalhadores do comércio e serviços do Brasil e de suas famílias.
quinta-feira, 3 de março de 2016
Trabalhadores poderão usar Disque-Denúncia para defender seus direitos
Trabalhadores, aposentados e pensionistas podem ganhar um novo canal de denúncia contra fraudes a seus direitos. Projeto de lei do Senado que institui o Programa Disque-Denúncia do Trabalhador foi aprovado nesta quarta-feira (2/3) pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS). Se não houver recurso para votação no Plenário, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados. De acordo com o texto, o Disque-Denúncia do Trabalhador será regulamentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
quarta-feira, 2 de março de 2016
Gestantes trabalhadoras têm direitos especiais
Fonte: SPM/PR
Licença-maternidade, faltar ao serviço para realizar consultas, alterar funções e amamentar o bebê durante a atividade são algumas das garantias às mamães trabalhadoras. Gestantes têm direitos especiais no ambiente de trabalho, mas muitas desconhecem boa parte deles.
terça-feira, 1 de março de 2016
Farmácia, Higiene e Beleza são excelentes parceiros!
Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas
A categoria dos produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos – HPC tem apresentado nos últimos anos um crescimento relevante. O crescimento do setor passou de R$ 4,9 bilhões em 1996, para R$ 43,2 bilhões em 2014, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – Abihpec.
Vários fatores contribuíram para este crescimento, como o acesso das classes D e E aos produtos, participação crescente da mulher no mercado, lançamento constantes de produtos que atendam as necessidades dos consumidores, aumento da expectativa de vida, entre outros fatores.
Ora, assim sendo, as farmácias não poderiam deixar de aproveitar esta tendência, investindo no aumento de sua oferta para este tipo de produto, pois, a cesta básica de higiene e beleza é uma excelente fonte complementar do faturamento, ajudando a sustentar o desempenho das grandes redes, diante da crise econômica que impôs sucessivos aumentos no preço dos medicamentos.
A regulamentação RDC 44/2009 da Anvisa também colaborou para o incremento nas vendas dos HPC, pois, colocou os medicamentos atrás do balcão; com o espaço liberado na área de vendas das farmácias pelos medicamentos, os produtos de higiene, perfumaria e cosméticos ganharam mais exposição, chamando mais atenção dos consumidores. Hoje é fácil encontrar nas lojas lançamentos e produtos de alto valor agregado focados no canal farma, como osdermocosméticos, nutricosméticos, perfumes e maquiagens de luxo, que atraem muitos clientes.
Competir no ramo dos HPC não é fácil, pois, as grandes perfumarias são, sem dúvida alguma, um concorrente de peso, com uma especialização forte. Mas as farmácias e drogarias estão neste páreo. Oferecem diferenciais que atraem o cliente como estar perto de casa, não ter filas, estacionamento fácil, produtos de boa qualidade, programas de fidelidade que geram descontos, orientação adequada.
A demanda crescente impulsiona o desenvolvimento do mercado de HPC. Há espaço para o crescimento nas vendas em diversos setores do varejo que atraem novos consumidores. Quem sabe aproveitar as oportunidades para ampliar seu negócio não tem do que se queixar e isto é o que as farmácias e drogarias estão fazendo.
A hora delas!
Fonte: Guia da Farmácia
Que as brasileiras vão mais ao médico dos que os homens, já era de se esperar, mas isso foi comprovado pela Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada em junho de 2015, realizada em conjunto pelo Ministério da Saúde e pelo IBGE.
No resultado, 71,2% dos entrevistados haviam se consultado pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, sendo que entre as mulheres o índice chegou a 78%, contra 63,9% dos homens.
Essa é uma das razões que levaram ao aumento da expectativa de vida delas, segundo a última PNAD. Em 1980, a mulher vivia, em média, até os 65 anos de idade, em 2010, a estimativa subiu para 77 anos de idade.
Que as brasileiras vão mais ao médico dos que os homens, já era de se esperar, mas isso foi comprovado pela Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada em junho de 2015, realizada em conjunto pelo Ministério da Saúde e pelo IBGE.
No resultado, 71,2% dos entrevistados haviam se consultado pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, sendo que entre as mulheres o índice chegou a 78%, contra 63,9% dos homens.
Essa é uma das razões que levaram ao aumento da expectativa de vida delas, segundo a última PNAD. Em 1980, a mulher vivia, em média, até os 65 anos de idade, em 2010, a estimativa subiu para 77 anos de idade.
Inflação afeta o preço dos medicamentos populares
Fonte: Agência da Notícia – MT
Tudo o que o consumidor não queria nessa época aconteceu. Estão mais caros os medicamentos como os usados para rinite alérgica e até para osteoporose. Os medicamentos estão custando mais porque o governo reduziu o chamado subsídio: a parte que era paga pelo Ministério da Saúde justamente para deixar esses produtos mais baratos.
Em alguns medicamentos do programa Farmácia Popular, o impacto para o consumidor é expressivo. O alendronato de sódio, para osteoporose, sofreu reajuste de 34%. A sinvastatina, que é para o colesterol, teve um reajuste de 193%. Antes o consumidor pagava R$ 1,50, agora passou para R$ 4,40. A budesonida, medicamento para asma, passou de R$ 8,64 para R$ 13,34.
O Ministério da Saúde informa que os preços de quatro medicamentos foram renegociados com a indústria farmacêutica, mas que isso não implica em repasse automático para os consumidores e que o governo conseguiu garantir que outros produtos tivessem os valores reduzidos, como fraldas geriátricas e anticoncepcionais. Medicamentos para pressão alta, diabetes e asma do programa Farmácia Popular seguem sendo distribuídos gratuitamente, mediante apresentação de receita médica.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Comércio eletrônico registra crescimento de 15% em 2015
Fonte: CNTC c/informações Ag. Brasil
O comércio eletrônico registrou crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões em 2015. A previsão é que, até o fim do ano, o e-commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior, de acordo com a 33ª edição do relatório WebShoppers, elaborado pela E-bit/Buscapé.
(...)Entre os destaques, aparece o crescimento das vendas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores com pelo menos uma compra pela internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior na comparação com 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, alcançando 106,2 milhões.
(...)Segundo os dados, o valor médio das compras atingiu R$ 388, 12% mais alto se comparado ao ano anterior. Para 2016, estima-se que o tíquete médio das compras gire em torno de R$ 419, o que representa um crescimento de 8%, em relação ao ano passado.
O estudo revelou ainda que, no meio online, as categorias mais populares são viagens e turismo, eletrônicos e assinatura de revistas, decorrente do alto valor agregado dos produtos, que faz com que os consumidores usem a internet como ferramenta de pesquisa e busca pelo melhor preço.
A preferência pelo varejo físico ficou com as categorias petshop, alimentos e bebidas e joalheria, pela necessidade de visualização de muitos produtos ou, por exemplo, por causa da dificuldade na logística para produtos alimentícios perecíveis. (...)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Preços de remédios genéricos vão cair um pouquinho
Fonte: Diário do Litoral
O governador Geraldo Alckmin assinou, ontem, decreto que altera o regulamento do ICMS, reduzindo de 18% para 12% a alíquota do imposto sobre medicamentos genéricos, conforme determina a Lei nº 16.005/2015. A medida beneficia os consumidores paulistas, que terão acesso a remédios mais baratos, e representa um estímulo aos setores químico e farmacêutico.
“Já tínhamos reduzido a alíquota de alguns medicamentos, que continuam, mas agora reduzimos para todos os medicamentos genéricos”, completou Alckmin.
O decreto estabelece também os procedimentos que as empresas optantes pelo Simples Nacional devem observar para ser ressarcidas da diferença correspondente à redução do imposto sobre o estoque de mercadoria recebida com ICMS retido por substituição tributária - sistema pelo qual a indústria recolhe o tributo de toda a cadeia produtiva. O mecanismo de compensação neutraliza a parcela do imposto embutida nos produtos armazenados e permite que a queda dos preços se acelere e possa ser adotada de forma imediata na ponta do varejo.
Assinar:
Postagens (Atom)

















