terça-feira, 15 de março de 2016

O avanço das mulheres!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Na última década, a cidadania feminina e as relações de gênero passaram a fazer parte dos debates sobre uma nova concepção dos direitos humanos. Embora os avanços conquistados as vezes pareçam poucos, na verdade eles tem sido conquistados um a um, graças a mobilização da luta das mulheres.

Hoje, mais da metade da população brasileira é feminina, porém, ainda persiste uma ótica sexista e discriminatória que faz a representatividade das mulheres nos quadros dos poderes públicos e nas instâncias decisórias estar muito longe do ideal.

As estatísticas comprovam que as mulheres brasileiras estão cada vez mais qualificadas, têm mais tempo de estudo que os homens, começam a ingressar em profissões consideradas de prestígio e a ocupar postos de comando, ainda que lentamente.

A exclusão social é combatida através de políticas específicas, a violência tem sido combatida nos últimos anos com mudanças na legislação; desenvolvimento crescente de estudos sobre violência contra a mulher; criação de delegacias especializadas; serviços de atendimento às vítimas. Os salários inferiores aos masculinos também estão nas alças de mira do movimento de mulheres.

Neste momento, uma árdua batalha também toma forma entre as mulheres brasileiras: uma agenda mais ampla de saúde feminina, uma difícil peleja que envolve preconceitos, discriminações e dogmas religiosos, além de problemas estruturais, como a grande falta de recursos da população feminina e os recursos mal distribuídos do setor público.


É inegável o avanço das mulheres brasileiras nos últimos anos. Em todas as áreas, ocorreram progressos consideráveis, apesar de ainda persistirem grandes desigualdades. Avanços que, sem dúvida, devem ser creditados ao movimento de mulheres, por sua persistência e crescente articulação, e que começam a construir as bases para uma nova plataforma política, a ponte para alcançarmos uma sociedade mais justa.

Nutracêuticos e produtos fitness são apostas da indústria para 2016

Fonte: Maxpress Net
Quando o assunto é beleza e bem-estar, o Brasil é considerado um dos maiores mercados do mundo. O brasileiro destina 2% do seu orçamento à compra de produtos de higiene e beleza, movimentando US$ 43,5 bilhões em 2014, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Um dos destaques é o mercado de nutracêuticos (probióticos, proteínas, extratos de plantas, minerais, vitaminas, fibras, bebidas funcionais, suplementos, cuidados pessoais), que está crescendo a cada ano e, por isso, as empresas investem cada vez mais em produtos dessa categoria para atender a demanda dos consumidores por mais qualidade de vida.

De acordo com o relatório publicado pela MarketsandMarkets, estima-se que o mercado de ingredientes nutracêuticos crescerá de $23,8 bilhões (2013) para $33,6 bilhões em 2018. Já o mercado de fitness deve movimentar R$ 27 bilhões até 2020 no Brasil, segundos dados de pesquisa da Euromonitor.

Portanto, mesmo em época de crise, para manter as vendas e despertar a curiosidade dos consumidores, as grandes empresas investem em tecnologia e inovação para os segmentos de nutracêuticos e fitness. Exemplo disso, é a participação de mais de 100 empresas durante a 12ª edição da Abradilan Farma (http://abradilan.com.br/farma2016/afeira.php), feira organizada pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), em Curitiba (PR), que ocorrerá durante os dias 16,17 e 18 de março, das 14h às 21h.

Dr. Google agora é oficial e renomado

Que atire o primeiro teclado quem nunca buscou o diagnóstico para algum sintoma no Google. Se você tem acesso à internet, certamente já buscou informações médicas e de saúde na rede: desde uma simples dor de barriga até sinais mais complexos como manchas e dificuldades motoras. A preocupação e insegurança hoje são amenizadas com meia dúzia de palavras digitadas na busca do navegador.

O problema, até agora, era a veracidade e qualidade da informação. Nem sempre sabíamos se
 a fonte era idônea, confiável ou habilitada para tais dados. Porém, o Google, através de uma ideia de seus engenheiros do escritório de Belo Horizonte, trouxe uma solução com uma parceria inédita.

Lançado nesta 4ª feira, dia 9 de março de 2016, o Google Health é uma série de quadros informativos de alta qualidade a respeito de centenas das doenças mais buscadas pelos usuários, com as informações validadas pela equipe Médica do Hospital Israelita Albert Einstein.

A partir desta data, ao digitar alguma doença no Google, estes quadros aparecerão no topo dos resultados – inclusive do lado direito da tela como destaque – contendo dados básicos de cada uma das enfermidades como sintomas, formas de contágio e outros dados.

O lançamento aconteceu para a imprensa na sede do Einstein em São Paulo e mostrou que o modelo de parceria que o Google vem fazendo para curadoria e validação de conteúdos técnicos veio para ficar.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Protestos levam milhões às ruas em 121 cidades

Fotos Públicas: Rovena Rosa/Agência Brasil
Fonte: Agência Folha
Os protestos contra o governo Dilma Rousseff no domingo, 13 de março, atingiram todos os Estados do País, além do Distrito Federal. Foram registradas manifestações em pelo menos 121 cidades.

Assim como ocorreu em São Paulo, onde 500 mil pessoas se reuniram na Avenida Paulista, na maioria das capitais brasileiras o juiz federal Sergio Moro foi a grande figura das manifestações.

Além de defender a Operação Lava Jato, os manifestantes pediram o impeachment da presidente Dilma e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As manifestações foram pacíficas e não foram registradas ocorrências graves de violência ou confronto.

No Rio de Janeiro, cerca de 1,5 milhão se reuniram na praia de Copacabana, segundo os organizadores. Não há um número oficial – o governo do Estado (PMDB) não faz estimativas de público em protestos de rua desde 2015.

Com mulheres mais confiantes, queixas de cárcere privado sobem

Fonte: SPM/PR

sexta-feira, 11 de março de 2016

Reajuste de medicamentos deve ser fixado pelo governo em 12,5%

Pela primeira vez em mais de 10 anos, o governo deve determinar um reajuste anual de preços acima da inflação. Os medicamentos poderão subir até 12,5% a partir de 31 de março. As oscilações do câmbio e o aumento expressivo da energia elétrica tiveram grande influência na mudança. 

Os medicamentos têm os preços controlados pelo governo, que realiza um reajuste anual com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Neste ano, a inflação entre março de 2015 e fevereiro de 2016 foi fixada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 10,36%. Além disso, outros três fatores são usados para definir as faixas de correção. 

O primeiro fator considera a produtividade da indústria, que fora positiva nos últimos anos. Já o segundo se baseia na concorrência das classes terapêuticas para estabelecer faixas distintas de reajustes. Por último, o terceiro fator pondera forças econômicas como câmbio e energia elétrica na equação. 

Desta vez, a produtividade da indústria foi negativa, ou seja, a mão de obra contratada produziu menos que no ano anterior. Assim, os fatores de produtividade acabaram sendo anulados e, com isso, o governo determinou apenas uma faixa de reajuste para todo o setor

Atos de violência contra a mulher

Fonte: SPM/PR
Fonte: Portal Brasil
1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

Grandes redes de farmácia faturam mais de R$ 3 bilhões em janeiro

Fonte: Abrafarma
As grandes redes do varejo farmacêutico nacional iniciaram o ano com faturamento de R$ 3,03 bilhões em vendas, de acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). 

O valor é 9,85% superior ao de janeiro do ano passado, mas representa uma desaceleração do crescimento percentual, quando comparada às altas de 11,94% (jan/2015 x jan/2014) e 17,05% (jan/2014 x jan/2013).


Os medicamentos representaram um volume total de R$ 1,96 bilhão em janeiro, contra pouco mais de R$ 1,77 bilhão registrados no primeiro mês de 2015, uma alta de 4,78%. Já a comercialização de não medicamentos atingiu R$ 1,06 bilhão, porém, com acréscimo muito mais expressivo, de 8,07%. 

A pesquisa, conduzida pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), apontou ainda que a venda de genéricos somou mais de R$ 350 milhões no início de 2016. O montante é 11,17% maior que o de janeiro do ano passado. Ao todo, foram vendidas mais de 23,11 milhões de unidades desta categoria. 


Na comparação entre os meses de janeiro de 2015 e 2016, as vendas em unidades de medicamentos e não medicamentos subiram de cerca de 175 para mais de 177 milhões de unidades. Já o montante de lojas em operação passou de 5.576 para 5.958 e o número de pessoas atendidas chegou a 68,52 milhões.

Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres

Fonte: CNTC
No mês de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Para celebrar a data, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) lançou  o site www.igualdadedegenero.com.br, uma importante ferramenta para compreensão da luta pela igualdade de gênero e empoderamento das mulheres.

No portal, diversas informações sobre as campanhas desenvolvidas pela CNTC, os temas defendidos pela diretoria de Políticas para Mulheres da Entidade e notícias dos eventos relacionados ao dia a dia das mulheres brasileiras.

Aproveite o conteúdo. Para conhecer o site, clique aqui.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Sancionada a lei que aumenta a licença-paternidade

Fonte: CNTC
A presidente Dilma Rousseff sancionou dia 8/3 a lei (nº 13.257, 8 de março de 2016) que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância. Assim, a licença-paternidade passa de cinco dias para 20 dias. A proposta faz parte do marco regulatório dos direitos da primeira infância.

Pela lei, a obrigatoriedade de vinte dias vale apenas para as empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã. Durante o período de prorrogação da licença-maternidade ou licença-paternidade, a trabalhadora e o trabalhador não poderão exercer nenhuma atividade remunerada e a criança deverá ser mantida sob seus cuidados. A lei também é válida para casos de adoção de criança.

O Programa Empresa Cidadã permite à empresa deduzir do Imposto de Renda devido o salário pago ao trabalhador nos 15 dias extras que estiver fora.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Mais poder, mais participação, mais direitos

Font:; SPM/PR

CNTC lança campanha pela Igualdade de Gênero

Fonte: CNTC
A diferença no tratamento entre o homem e a mulher no mercado de trabalho é um dos grandes desafios que enfrentamos diariamente.

A mulher trabalhadora ainda ganha menos do que o profissional masculino e tem menos oportunidades de ascensão a cargos de chefia.

Ainda há muito a ser feito para acabarmos com as diferenças salariais de gênero e a desigualdade de oportunidades, a baixa representação das mulheres em cargos de liderança, a violência desenfreada e outras violações contra as mulheres.

Por isso, a diretoria de Políticas para as Mulheres da CNTC lança em março a campanha nacional pela Igualdade de Gênero e pela Autonomia das Mulheres. A primeira fase da campanha contará com uma ampla divulgação para o sistema CNTC.

Além disso, já está na web o site www.igualdadedegenero.com.br. O portal tem informações importantes a respeito da busca pela igualdade de gênero, campanhas, números para denúncias, entre outras informações sobre o tema.

terça-feira, 8 de março de 2016

Pré-diabete atinge 40 milhões de brasileiros

Fonte: O Estado de S.Paulo
A diabete é uma doença grave e que preocupa muitas pessoas atualmente. O período de desenvolvimento é de 10 anos e, durante esse tempo, é comum que as pessoas entrem no estágio da pré-diabete, caracterizado pelo índice glicêmico em jejum entre 99 e 127. O precedente da doença também é importante e precisa ser tratado, antes que evolua para a diabete.

"Em geral, pessoas que tem pré-diabete são aquelas que estão acima do peso e têm risco de desenvolver diabete tipo 2", explica o endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Rogério Silicani. Além disso, o especialista afirma que, normalmente, o estágio está relacionado ao aumento de gordura, especialmente a abdominal.

Há ainda outros fatores de risco que podem levar pessoas a desenvolverem a pré-diabete, como genética favorável para desenvolver a doença, já ter tido índices elevados de glicemia, mulheres que tiveram diabete gestacional ou filhos com mais de quatro quilos, ser hipertenso, sedentário ou ter mais de 40 anos.
Estima-se que para cada diabético, três pessoas estejam na condição de pré-diabete, isto é, aproximadamente 40 milhões de brasileiros. Apesar do número elevado, o coordenador do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ricardo Cohen, afirma que poucas pessoas que estão nesse estágio têm conhecimento.

Mulheres mobilizadas!

Entre Nós

Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam que viviam no Brasil 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população

Elas são maioria da população, passaram a viver mais, têm tido menos filhos, ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, atualmente, são responsáveis pelo sustento de 37,3% das famílias. 

Elas são mais escolarizadas, ganham menos que os homens, trabalham em jornada dupla. As mulheres também representam a maioria dos trabalhadores em tempo parcial e do setor informal e têm uma taxa de desemprego maior que o setor masculino.


Hoje é o dia Internacional da Mulher!


Ministério do Trabalho publica aferição das Centrais

Fonte: Diap
Foi publicado pelo MTE o resultado da aferição das centrais sindicais. Seis das treze centrais existentes no país atingiram o índice de representatividade exigido pela lei 11.648/2008.

Centrais SindicaisSindicatos n°%Trabalhadores Filiados n°%
CUT - Central Única dos Trabalhadores2.31921,223.904.81730,47
UGT - União Geral dos Trabalhadores1.27711,691.458.32011,38
CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil7446,811 . 2 8 7 . 11 010,04
FS - Força Sindical1.61514,781.279.4779,98
CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros5975,461.028.4398,02
NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores1.13610,40954.4437,45
CONLUTAS1050,96286.7322,24
CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil2171,99248.2071,94
CBDT - Central Brasileira Democrática dos Trabalhadores940,8685.2990,67
PÚBLICA210,1916.5800,13
UST - União Sindical dos Trabalhadores60,057910,01
Central Unificada dos Profissionais Servidores Públicos do Brasil30,038750,01
INTERSINDICAL10,011.7390,01

segunda-feira, 7 de março de 2016

Brasileiras amamentam mais que britânicas, americanas e chinesas

Fonte/Foto: Diário do Litoral
Mães brasileiras amamentam mais do que britânicas, americanas e chinesas, aponta um estudo publicado nesta quarta (2/3) na revista britânica 'The Lancet'. No Brasil, a taxa de amamentação exclusiva aos seis meses, prática recomendada por organizações de saúde, é o dobro de países como Estados Unidos, China e Reino Unido, segundo o estudo. O país também lidera quando observada a taxa de amamentação até o primeiro ano de vida do bebê.

O estudo também mostra que 50% das crianças brasileiras são amamentadas até um ano. Para 25% delas, a amamentação segue até dois anos. 'O Brasil é o país que tem maior aumento na taxa de amamentação nos últimos 30 anos. Nos Estados Unidos a taxa agora começa a aumentar um pouco. Lá, 25% [dos bebês] amamentam até um ano. Aqui é 50%', explica o professor da Ufpel (Universidade Federal de Pelotas) e coordenador do estudo, Cesar Victora.
O estudo, considerado o mais abrangente já publicado.

Saiba mais...

Mulheres são maioria no mercado de trabalho, aponta pesquisa

O nível de ocupação aumentou mais para as mulheres do que para os homens, se comparados 2012 e 2015. É o que mostra levantamento sobre a inserção feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal, que confronta os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego do ano passado com a de 2012. No último ano, 743 mil mulheres estavam no mercado de trabalho como ocupadas ou em busca de emprego. Quando comparado aos números de 2012 (701 mil), o resultado mostra aumento de 42 mil — em relação às ocupadas, o crescimento é de 28 mil.

Do lado masculino, 46 mil entraram no mercado de trabalho como ocupados ou em busca de emprego, o que significa 792 mil em 2015 contra 746 mil em 2012. Para eles, no entanto, as oportunidades foram mais escassas, e o aumento do número de ocupados foi de 16 mil.

“De um lado, a construção civil e a indústria mostram redução nos postos de trabalho nesses períodos [2012 e 2015], e grande parte dos funcionários nessas áreas é homem. Por outro, houve aumento de vagas para mulheres no setor de serviços e, em menor medida, no de comércio”, explica a coordenadora da Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Adalgiza Amaral.

Quanto aos desempregados, em 2012 as mulheres fora do mercado representavam 106 mil e, no último ano, 120 mil. Para os homens, esses números foram 72 mil e 101 mil, respectivamente.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Enxurrada de lama!


CNTC lança guia para o trabalhador em tempos de crise

Fonte: CNTC
Em tempos de inflação, desemprego, juros altos e recessão econômica, ter noções de educação financeira pode fazer uma grande diferença na vida do trabalhador e sua família. Pensando nisso, a diretoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) acaba de lançar o “Guia para o trabalhador em tempos de crise”.

O presidente da CNTC, Levi Fernandes Pinto, destaca a importância da educação financeira. “Não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro. É buscar melhor qualidade de vida, tanto hoje quanto no futuro, proporcionando segurança material para aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo conseguir superar eventuais imprevistos”.

A educação financeira possui importante papel no processo de desenvolvimento econômico, gerando consciência financeira para orientar decisões, proporcionando uma boa gestão das finanças pessoais. A cada momento a sociedade é impactada pelo lançamento de um novo produto, por uma propaganda encantadora e com isso os consumidores são levados ao consumo desenfreado, sem planejamento e gerando endividamento.

Sem as noções básicas necessárias para avaliar os impactos do consumo sem controle, o salário acaba sendo insuficiente para o pagamento das dívidas assumidas. Consequentemente as pessoas recorrem ao crédito rotativo, ao cartão de crédito, o cheque especial e o empréstimo em bancos ou financiadoras, criando a famosa bola de neve dos endividados.



A CNTC acredita na importância de trabalhadores mais informados e na educação financeira de jovens e crianças, bem como dos trabalhadores do comércio e serviços do Brasil e de suas famílias.

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