Em seu primeiro mês de governo, a presidente Dilma Rousseff nomeou 75% mais mulheres que o governo Lula.
Gráfico publicado na Folha de São Paulo - 8/2

A segunda rodada de negociações entre centrais sindicais e governo federal, dia 4/fev, terminou
Reunidos, governo e sindicalistas recuaram em suas posições na busca de um acordo em torno do novo salário mínimo. Depois de negar que houvesse estudos no Planalto para corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, acenou com um reajuste.
O valor do financiamento de imóveis para população de baixa renda por meio do FGTS será ampliado. Nas regiões metropolitanas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o teto será de R$ 170 mil. Nas demais capitais e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o valor a ser financiado será de até R$ 150 mil.
Quase metade da população brasileira (44,3%) usa o transporte público como principal forma de locomoção dentro das cidades. No sudeste esse percentual sobe para 50,7%, segundo dados do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre mobilidade urbana, divulgado essa semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A pauta da Câmara na nova Legislatura já começa com um problema a ser resolvido: o que fazer com o fator previdenciário. O novo ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, admitiu que o fator prejudica os aposentados, e aceita a possibilidade de substituí-lo pelo aumento da idade mínima para a aposentadoria. Sua equipe técnica está estudando a forma de fazer isso sem que a troca acarrete aumento do suposto déficit das contas do INSS.
Com o aumento do salário-mínimo a partir de 1º de janeiro para R$ 540, a tabela do seguro-desemprego, também sofreu alterações. O valor do benefício passa a figurar entre R$ 540 e R$ 1.010,34.
O ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi afirmou dia 17/12 que recebeu a notícia da sua permanência à frente da pasta no governo Dilma Rousseff como “o reconhecimento de um trabalho”.
Durante o período de festas há um grande volume de atendimentos de emergência e de cirurgias nos hospitais por causa de acidentes, o que torna necessária a transfusão de sangue. No entanto, neste período a coleta de sangue chega a cair 40%.