terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Era Big Brother

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Graças à impunidade, violência e displicência política, vivemos a era Big Brother, quando tudo e todos são vigiados pela tecnologia.  Os cidadãos estão presos em seus escritórios e casas, os bandidos estão soltos por aí, ou comandando suas facções de dentro dos presídios.

Até há pouco tempo atrás, as razões da violência eram a busca por ganho material (comida, dinheiro, carro, jóia etc.) ou a busca pelo poder político corrupto que angaria enormes saldos.

Hoje a violência é banal, democrática, funciona como meio de expressão, especialmente de jovens, ocupa muito bem o espaço da falta de valores sólidos e gera nos cidadãos um tremendo medo.

A violência determina a forma de viver da sociedade, obrigada a proteger-se por seus próprios meios da falta de ação política de seus governantes e das conseqüências da impunidade reinante.


Todas as vezes que ocorrem surtos de violência se discute o problema da segurança, um monte de propostas são feitas e ficam só no papel... na prática nada muda. Nós vivemos de crise em crise e o medo só aumenta, uma vez que matar ou morrer pouco significa! Neste contexto só podemos desejar que cada esquina, cada estabelecimento e cada casa tenha mesmo uma câmera para nos vigiar! 

Venda de remédios em farmácia popular terá limites mínimos de idade

Fonte: Ag. Brasil
O Programa Farmácia Popular agora terá limite mínimo de idade para a compra de medicamentos. De acordo com as novas regras do Ministério da Saúde, o medicamento para colesterol alto só poderá ser vendido pelo programa para quem tem 35 anos ou mais. Já o remédio que trata de osteoporose só será vendido para maiores de 40 anos. Para comprar o medicamento que trata a Doença de Parkinson, o paciente precisa ter mais de 50 anos, e para hipertensão, pelo menos 20 anos. Os contraceptivos serão vendidos a pessoas entre 10 e 60 anos de idade.

Segundo a pasta, as restrições no sistema foram implantadas para maior controle dos medicamentos, levando em conta os parâmetros definidos por protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde.

Aos pacientes que estiverem fora da faixa etária estabelecida, a pasta orienta que, se precisar de um dos medicamentos, poderão requerer a inclusão do Cadastro da Pessoa Física (CPF) no sistema, pela Ouvidoria-Geral do Sistema Único de Saúde (SUS), no telefone 136, opção 8, ou pelo e-mail analise.fpopular@saude.gov.br.

App reúne farmácias e facilita compra de remédios pelo celular

Fonte: Exame.com
Suas idas à farmácia do bairro podem estar com os dias contados se você começar a usar este novo aplicativo. Chamado Farmácias App, ele funciona como um agregador de vendedores oficiais para que o consumidor tenha acesso a quase 30 mil produtos.

O Farmácias App funciona como um marketplace, a exemplo do Mercado Livre ou do Alibaba. Ele exibe os produtos das empresas, mas não é a principal responsável por eles.

Em seu lançamento, o app tem medicamentos, artigos de beleza e saúde. Os produtos serão disponibilizados para a compra no aplicativo por seus parceiros, como Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Onofre, Época Cosméticos, Bel Col, Homeopatia Brasil e Vitalis Pharma – uma farmácia de manipulação.

A meta de empresa é atingir 50 mil usuários ativos até o fim de 2017, mas a expectativa de é de um total de 1 milhão de downloads do aplicativo. O Farmácias App tem versões para Android e iPhone.

Será possível encomendar e receber em casa medicamentos manipulados, bem como remédios que têm permissão da Anvisa para o comércio digital. Artigos que demandam retenção de receita, como antibióticos, não podem ser vendidos por meio do app.

Por ora, os descontos serão oferecidos por meio de um programa que utiliza cadastro via CPF e por pontos que os usuários ganham com o uso do aplicativo. Planos de saúde ainda não podem oferecer descontos em remédios, como acontece em lojas físicas.

A facilidade de uso é crucial para o aplicativo, que tem um público-alvo abrangente, com idades de 18 a 65 anos ou mais. Por isso, assim como acontece nos apps e site da Amazon, é possível cadastrar seu cartão de crédito para que futuras compras sejam feitas em instantes e com poucos cliques, facilitando a vida do usuário e aumentando as chances de vendas da empresa.

Saiba mais....

Beijo, desliga!

Conselho Nacional de Justiça - CNJ

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