terça-feira, 11 de março de 2008

Curso de Aplicação de Injetáveis

Dia 29 de março (sábado) no auditório do Sinpra. Apoio Injex. Custo: R4 25,00 para associados e R$ 50,00 não associados. Vagas limitadas. Ligue 3286-2900 c/ Giovani ou Marcelo.

Maus Patrões Exploram Estagiários

Infelizmente esta é uma prática comum em nossa categoria. Maus patrões contratam empregados disfarçados de estagiários para burlar a lei e reduzir seus custos. Se você esta sendo explorado desta forma, procure o Sindicato para que possamos tomar as providências necessárias.

Fique Esperto: Revisão de Poupança

Dr. Adriana Rdrigues Faria do depto Jurídico do Sinpra
Se voce possuía conta poupança em 1989/90 ingresse com uma ação de cobrança na justiça pleiteando a revisão da porcentagem creditada a menor por causa dos planos econômicos vigentes na época. Para isso basta ter em mãos o número da conta poupança. Se não tiver, vá até a agência bancária e solicite as microfilmagens. Para mais detalhes ou já tomar as providências venha ao plantão jurídico do Sinpra, toda 3ª feira das 9h às 11h ou ligue 3286-2900.

Breve aqui no Sinpra!

Você poderá abrir conta, solicitar empréstimo e financiar sua casa, através da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Aguarde!

Pisos Salariais da Categoria

Vigentes desde de 01/07/07 a 30/06/08

Office-boy, pacoteiro, aux. de reposição - R$ 441,00
Função de faxineiro - R$ 507,50
Empregados em geral - R$ 627,50
Entregador Motorizado - R$ 690,00
Auxiliares farm. manipulação - R$ 702,00
Atendentes de presc. magistrais manipulação - R$ 722,00
Balconistas e técnicos de farmácia - R$ 877,00
Empregados no cargo de Gerência - R$1.521,00
Quebra de caixa - R$ 62,75
Vale Refeição (Sábados Domingos e Feriados) - R$ 11,60
Auxilio Creche - R$ 109,50

Brasil é corrupto, violento e racista, diz relatório da ONU

O Brasil precisa solucionar com urgência a questão da violência e da desigualdade social no País. O alerta é da Organização das Nações Unidas (ONU), que acaba de preparar o primeiro raio X completo feito sobre a situação dos direitos humanos no Brasil, destacando problemas como corrupção, desigualdade social, racismo, tortura e impunidade
Clique e leia a íntegra

Reajuste Seguro Desemprego

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou a nova tabela do seguro-desemprego, em função do reajuste do salário mínimo: valor máximo de R$ 776,56 e valor mínimo de R$ 415,00 (igual ao salário-mínimo em vigor desde o dia 1º de março ).

A nova tabela foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que esclarece: o seguro é pago com base na média dos três últimos salários recebidos pelo trabalhador. O número de parcelas, que varia de acordo com o tempo trabalhado, pode ser de no mínimo três e no máximo cinco meses: três parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício de no mínimo seis e no máximo 11 meses, nos últimos 36 meses; quatro parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício de no mínimo 12 e no máximo 23 meses, nos últimos 36 meses; cinco parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício de no mínimo 24 meses, nos últimos 36 meses.


Para requerer o benefício, o trabalhador deve se dirigir às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs), Gerências do Trabalho, Sines, ou Sindicatos conveniados ao MTE, no período compreendido entre sete e 120 dias após a demissão sem justa causa.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Medicamentos rastreados

Os medicamentos utilizados no Brasil poderão ser rastreados em todo o caminho percorrido desde o laboratório até as mãos do consumidor final. A Anvisa colocou em Consulta Pública uma proposta que dispõe sobre os requisitos mínimos para a definição de mecanismos de rastreabilidade e autenticidade de medicamentos.
Fonte Anvisa

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O mínino aumento do mínimo!

O novo salário mínimo entrará em vigor a partir de 1º de março; o valor passa de R$ 380 para pouco mais de R$ 412. O reajuste leva em conta o crescimento do produto interno bruto em 2006, mais a inflação de 2007. Os aposentados que ganham o mínimo (e têm benefícios com finais 1 a 5 ) começarão a receber no dia 25 de março.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Conquistas dos trabalhadores provocam choradeira patronal

Os empresários planejam iniciar uma campanha nacional de combate aos direitos, conquistas e reivindicações dos trabalhadores. Os primeiros balões de ensaio foram soltos recentemente na imprensa com o propósito de atacar as bandeiras do movimento sindical. Os trabalhadores estarão atentos para reagir a estas manobras.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Sindicalismo repudia balbúrdia dos conservadores contra Ministro do Trabalho

A exemplo do que ocorreu no final do ano passado, quando o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi alvo da perseguição do presidente da Comissão de Ética Pública, o “ético” Marcílio Marques Moreira, líderes sindicais dos mais diversos setores e correntes se mobilizam para rechaçar o recente pandemônio, armado na mídia conservadora contra o ministro.

O movimento sindical está convencido, acertadamente, que o alvoroço armado contra Lupi tem como alvo, na verdade, as conquistas trabalhistas do último período. Ocorre que a elite conservadora, inconformada com vitórias trabalhistas como veto à Emenda 3, aumento do salário mínimo, regulamentação da Convenção 158 da OIT e a empolgante campanha pela jornada de 40 horas, investem contra a figura do ministro na tentativa de frear o avanço do movimento sindical.
Fonte: Agência Sindical

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Lugar de mulher também é no sindicato, quebrando preconceitos e incentivando novos comportamentos; conquistando espaço e credibilidade; incentivando a inserção de mais mulheres no movimento sindical!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Emprego continua em alta

O ritmo de contratações seguiu em alta no mês de janeiro de 2008, mantendo o bom desempenho do verificado no ano passado, quando o número de vagas abertas foi recorde. Segundo pesquisa da consultoria Maneger Assessoria em Recursos Humanos, foram abertas 3.125 novas vagas no primeiro mês desse ano, um crescimento de 32,75% na comparação com igual período de 2007.

A sondagem foi realizada nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro, destacando-se na criação de vagas São Paulo (37,5%), Rio de Janeiro (19,32%) e Paraná (11,39%).

Fonte: Manager

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Finalmente o Brasil poderá ratificar as convenções 151 e 158 da OIT

O presidente Lula encaminhou ao Congresso Nacional em 14/fev mensagens em que pede ao legislativo que ratifique a adesão do Brasil às convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), reivindicação antiga do movimento sindical.

A Convenção 151, regulamenta a negociação coletiva no serviço público e a 158 proíbe a dispensa imotivada de trabalhadores. Estas medidas estão na pauta de ações das centrais sindicais em luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

SIndicalistas montam barraca no Congresso!

Os dirigentes das Centrais Sindicais, acompanhados por uma delegação de 200 sindicalistas de todo o Brasil, instalaram (12/01) uma barraca no Congresso Nacional, em Brasília, para coletar assinaturas de apoio à jornada de 40 horas semanais. A coleta de assinaturas já começou.

Os sindicalistas estão em Brasília para fazer contatos com lideranças partidárias, a fim de apressar a votação do projeto de regulamentação das Centrais e a garantia do custeio das entidades. As comissões formadas pelos sindicalistas percorrerão os gabinetes das lideranças no Senado e na Câmara.

Para divulgar a causa e mobilizar os trabalhadores, as centrais sindicais fizeram dia 11/01 um ato político no Centro de São Paulo para lançar nacionalmente a campanha pela redução da jornada de trabalho sem diminuir salários.
Fonte: Agencia Sindical

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Fiscais Regularizam Situação Trabalhista de 746.245 Empregados

A ação de auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) garantiu a regularização do vínculo de trabalho a 746.245 pessoas em 2007. O número é o maior já registrado, superando o total alcançado no ano anterior, quando 670.035 pessoas deixaram a condição de trabalhadores informais.

Quase 25% desse contingente estava concentrado na indústria. Foram 184.572 trabalhadores. Em seguida, aparece a agricultura, com a efetivação de 138.023 trabalhadores. Entre os estados, São Paulo registrou o maior volume de trabalhadores formalizados. Foram 137.828 pessoas contratadas, a maioria na indústria (30.299), comércio (27.006), serviços (25.596) e construção (15.611).

FGTS - A fiscalização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também apresenta recordes em 2007. A arrecadação bancária ultrapassou os R$ 41 bilhões, entre janeiro e dezembro de 2007, valor que excede o total de anos anteriores. O montante notificado e recolhido sob ação fiscal, cerca de um R$ 1 bilhão, é o maior já registrado.Fonte: Assessoria de Imprensa do MTE

Centrais vão intensificar luta pela semana de 40 horas

Cerca de 22% da força de trabalho global, um total assustador de 614 milhões de pessoas, conforme estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) trabalha mais de 48 horas semanais. A OIT não inclui o Brasil no levantamento por falta de dados completos, porém acredita que 18,3% dos empregados no país têm carga de trabalho excessiva, especialmente nos setores de comércio e serviços.

Por pressão do movimento sindical, a jornada de trabalho no Brasil caiu de 48 horas para 44 horas por semana, na Constituição elaborada em 1988. Mas continua muita alta. A jornada semanal de 40 horas e a limitação das horas extras teriam um potencial de gerar perto de 3,5 milhões de novos empregos.

Nada mais justo, portanto, do que a iniciativa das Centrais de intensificar este ano a campanha da redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana sem diminuição dos salários.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Ganhos Salariais Satisfatórios!

Nunca, desde o fim do regime militar, tantos trabalhadores conseguiram reajustes salariais tão satisfatórios como os previstos nos acordos fechados neste ano. Mais de 90% dos reajustes negociados foram superiores à inflação e, em mais de 30% dos casos, foram pelo menos dois pontos porcentuais acima da inflação.
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Dados mais completos só serão conhecidos dentro de alguns meses, mas essas informações, antecipadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), confirmam o fortalecimento de uma tendência, iniciada há alguns anos, de aumento do número de acordos que asseguram ganhos reais de renda. Em 2003, apenas 41,8% dos acordos entre empregados e empregadores previram reajuste igual ou superior à inflação. Isso significa que, naquele ano, mais da metade dos trabalhadores dos setores mais organizados da economia teve perda de renda em termos reais.
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No ano passado, 95,6% dos acordos previram correção salarial que pelo menos repunha a inflação. Mas a grande maioria dos acordos (86%) fixou correção superior à inflação, isto é, assegurou aumento real de salário. No primeiro semestre de 2007, 90% dos acordos resultaram em ganhos superiores à inflação medida pelo INPC. Na indústria, esse índice sobe para 93%.Esses aumentos reais dos salários não são vistos como fatores de pressão inflacionária. Especialistas em índices de preços não observaram variações notáveis no comportamento dos principais termômetros da inflação nos últimos meses. O que explica esse fato é o crescimento da produção e, sobretudo, da produtividade média da economia.
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De acordo com um trabalho do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a produção industrial cresceu 4,8% no primeiro semestre e a produtividade da indústria, 3,7%. E os ganhos de produtividade estão sendo apenas parcialmente transferidos para os trabalhadores, pois praticamente nenhum aumento real de rendimento é superior a 3%.
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A melhora do mercado de trabalho está provocando mudanças notáveis. A rotatividade da mão-de-obra, que antes era uma prática utilizada pelas empresas para forçar a redução de salários em períodos de baixa atividade econômica, agora está sendo empregada pelos trabalhadores mais qualificados para obterem aumentos reais. São eles que tomam a iniciativa de sair de um emprego para ganhar mais em outro. Para evitar a fuga de talentos, algumas empresas oferecem aumentos mais generosos para esse tipo de profissional.
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Essa prática está se estendendo para os acordos salariais. Até recentemente, muitos acordos previam reajustes diferenciados para as diferentes faixas salariais, com índices maiores para as faixas mais baixas e, em certos casos, perdas reais para as faixas mais altas. Com o crescimento da economia, aumenta a demanda de mão-de-obra qualificada e deixa de ser necessário aceitar perdas salariais para manter o emprego.Por causa dessa nova realidade, está diminuindo o número de acordos que prevêem reajustes diferenciados para as diferentes faixas salariais. Em 2005, esses acordos correspondiam a 16% do total; neste ano, devem ficar em torno de 10%.
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Também está mudando o foco das discussões entre empregados e empregadores. Nos tempos de inflação alta, o tema praticamente único era o índice de correção salarial. Muito pouca coisa mais interessava. Agora, com a relativa estabilidade dos preços e os ganhos de produtividade que permitem às empresas pagar salários mais altos em termos reais, outros temas estão sendo levados à mesa de negociações e incorporados aos acordos coletivos.
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Para algumas categorias, a participação nos lucros e resultados (PLR) representa importante ganho de renda. Os bancários, por exemplo, fixaram a PLR anual em 80% do salário mensal mais um fixo de R$ 878. Poucas categorias obtêm uma PLR nessas proporções, mas conseguem outras vantagens, como melhora do cardápio do café-da-manhã e da composição da cesta básica, benefícios indiretos e até acordos com dois anos de validade.
Fonte: Força Sindical/Jornal Estado de SP

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

26/01/08 - Mobilização para o Dia Ação Global

Somos milhões de mulheres e homens, organizações, redes, movimentos e sindicatos de todas as partes do planeta, aldeias e regiões, zonas rurais e centros urbanos de todas as idades, povos, culturas e crenças unidos e unidas pela firme convicção que OUTRO MUNDO É POSSÍVEL

Com toda nossa pluralidade, diversidade e riqueza de alternativas e propostas lutamos contra o neoliberalismo, a guerra, o colonialismo, o racismo e o patriarcado que geram violência, exploração, exclusão, pobreza, fome, desastre ambiental e negação dos direitos humanos.
Há muitos anos estamos resistindo e construindo processos inovadores, de novas culturas de organização e ação, do local ao global, em particular, através dos processos e Carta de Princípios do Fórum Social Mundial, do qual emerge esta chamada.

Conscientes da necessidade de construir nossa própria agenda e de aumentar o impacto dessas milhares de expressões e manifestações, nos comprometemos a reforçar a solidariedade e as convergências entre nossas lutas, campanhas, construções de alternativas e alianças.
Nos comprometemos com uma Semana de Ação que culminará em um Dia de Mobilização e Ação Global em 26 de janeiro de 2008.

Convidamos todas e todos que, dentro da diversidade que é nossa força, realizem criativamente nesta data ações, atividades, eventos e convergências sobre temas e em formatos que lhes sejam próprios.


FAÇAMOS JÁ UM OUTRO MUNDO!
Acesse o sítio do Dia de Ação Global para assinar o chamado, ver uma breve história do dia de mobilização e ação global e saber como participar de sua preparação.
Fonte: Ciranda Inernancional de Informação Independente

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Sobra emprego, mas falta mão-de-obra qualificada

Existem mais de 90 mil vagas de empregos no Brasil que não serão ocupadas em 2007. O motivo é a falta de profissionais qualificados para ocupá-las. Esta foi a conclusão da pesquisa Demanda e Perfil dos Trabalhadores Formais no Brasil em 2007, divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo aponta que em 2007 sobrarão 25 mil vagas na indústria química e petroquímica, mais de 23 mil na indústria de produtos de transporte, 21 mil na indústria de produtos mecânicos, e mais de 20 mil vagas na indústria extrativista mineral.

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