sexta-feira, 2 de março de 2018

O poderoso voto das Mulheres!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente SInprafarmas

 O Poderoso Voto das Mulheres! A conquista do voto pelas mulheres, fruto da coragem, tenacidade e sacrifícios, é uma demonstração admirável do quanto elas podem realizar, quando se dispõem a lutar. Hoje elas podem decidir o rumo do país nas eleições, pois, somam 53% do total de eleitores. 

Nunca o eleitorado feminino teve tanta expressão política. Em cerca de 10 das 27 Unidades da Federação, as mulheres estão em maioria. Se quiserem se eleger, os candidatos precisarão dar atenção redobrada às eleitoras de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Paraíba, Rio de Janeiro, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe. No Nordeste, as mulheres são praticamente absolutas. 

Assim sendo, apesar de sabermos que as mulheres são mais exigentes, cobram muito mais e não perdoam promessas não cumpridas... ainda assim precisamos lembrar que votar é coisa muito séria, votar corretamente é um dever cívico. É um exercício de liberdade e responsabilidade. O voto deve ser dado de forma consciente e consciência não se compra, não se vende. O voto é uma procuração: damos ao eleito poderes para agir em nosso nome. Por isso é preciso saber escolher. É vergonhoso votar em um amigo incompetente ou em quem compra o seu voto. Nosso apoio eleitoral deve chegar aos candidatos que tenham, de fato, compromisso com nossas reivindicações e nossos ouvidos devem estar bem atentos para nos prevenir de discursos falsos e promessas fáceis. 

É de suma importância o exercício do voto consciente por parte das(os) trabalhadoras(es), para a defesa de seus interesses e direitos.

Varejo deve abrir 20,7 mil lojas em 2018, prevê CNC

Fonte: Valor Econômico
O varejo deve mostrar em 2018 melhor resultado de abertura de lojas dos últimos cinco anos, de acordo com levantamento divulgado ontem pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, o saldo entre aberturas e fechamentos será positivo em 20,7 mil estabelecimentos, beneficiado por ambiente favorável ao consumo, com inflação baixa, queda no juro ao consumidor e sinais de reativação do mercado de trabalho.

Se confirmado, será o melhor saldo positivo desde 2013 (36,4 mil), afirmou Fabio Bentes, economista da entidade e responsável pelo estudo. "Para este ano, acreditamos que as condições de consumo estão garantidas, e as lojas estão tirando o proveito de elevação de consumo", explicou. No Brasil, no varejo, a entidade estima que existam em torno de 3,9 milhões de estabelecimentos comerciais considerando lojas com ou sem vínculo empregatício. No ano passado, o saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais ficou negativo em 19,3 mil unidades, 82% menor do que o de 2016.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Biossimilares reduzem preço de medicamentos de ponta

Medicamentos já são realidade no Brasil

A entrada dos biossimilares no mercado brasileiro já revela a diminuição nos preços desse tipo de medicamentos. semelhante ao biofármaco inovador, o fármaco biossimilar é uma forma de reduzir os custos de tratamento de pontas para doenças crônicas, reumatológicas ou oncológicas.

É um bom exemplo o infliximabe, princípio ativo de um medicamento biológico para doenças autoimunes. Ele chegou ao mercado brasileiro pelo laboratório Jeanssen-Cilag com o nome de Remicade e preço máximo ao consumidor de R$ 5.206,51. Já a sua versão biossimilar Remsima, do Centrion Healthcare, custa até R$ 3.289,71, uma diminuição de 37%. Já a insulina glargina, cujo medicamento original é o Lantus, do Sanofi-Aventis, tem preço máximo de R$ 85,16, enquanto o biossimilar Basaglar, do Eli Lilly, sai por R$ 38,68, uma economia de 53%.

“O Brasil já tem um dos menores preços do mundo para os biossimilares. Como o Ministério da Saúde garante a compra, ele também consegue um desconto médio de 65% em relação ao preço máximo do produto”, explica o diretor-presidente da Bionovis, joint venture dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, Odnir Finotti. 

Mais de 90% das negociações salariais de janeiro tiveram aumento real

Fonte: O Globo
Em janeiro, 91% das negociações salariais resultaram em aumentos reais, de acordo com a pesquisa Salariômetro da Fipe. Essa é um comportamento que vem se repetindo desde janeiro do ano passado. Enquanto o INPC acumulado nos 12 meses anteriores ficou em 2,1%, o percentual mediano de reajuste chegou a 3% - aumento real de 0,9%. Há três meses os reajustes têm aumento real nesse patamar.

Até 2015, os reajustes estavam acima da inflação. Quando bateu a crise e os preços dispararam, primeiramente os reajustes ficaram bem encostados na inflação, que ainda conseguia ser reposta. Então, no pior momento da recessão, a partir do último trimestre de 2015 e começo de 2016, não se conseguia nem a reposição. Depois disso, a inflação começou a ceder e os reajustes começaram a descolar novamente, para cima. Mesmo no período mais profundo da recessão, em 2016, o percentual de reajustes abaixo da inflação não chegou a 50% - recorda Hélio Zylberstajn, economista coordenador da pesquisa e professor sênior da Universidade de São Paulo.

Isso ocorreu, segundo Zylberstajn, porque os sindicatos dos trabalhadores "têm habilidade e capacidade" de obter esse ganho:

 - As negociações no Brasil já partem da inflação acumulada 12 meses antes e quando o sindicato tem de ceder, geralmente ele abre mão de outro benefício que não o aumento real. A tendência para este ano, segundo o economista, é que a maior parte das negociações siga com reajuste real, pois a inflação, apesar da tendência de aceleração, não deve disparar. 

 - As previsões do Boletim Focus (do Banco Central) para o INPC do ano estão em 3,8% - explica o economista.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Indicadores mostram otimismo no comércio

Fonte: Agencia Brasil
Dois indicadores anunciados ontem mostraram alta da confiança do comércio em fevereiro, favorecida por atual bom momento de consumo. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), subiu 3,3% entre janeiro e fevereiro para 113,2 pontos, maior patamar desde maio de 2014 (113,45 pontos). 

A Fundação Getulio Vargas (FGV), por sua vez, informou que o Índice de Confiança do Comércio (Icom), indicador-síntese da Sondagem do Comércio, subiu 0,4 ponto entre janeiro e fevereiro, a sexta alta consecutiva, para 95,5 pontos, e o maior nível desde abril de 2014 (97,8 pontos), favorecido por cenário de juros baixos, crédito mais barato, sinais de reação no mercado de trabalho e inflação menos pressionada. 

Os dados da CNC mostram que a expansão da demanda interna foi forte o suficiente para melhorar nível de estocagem do varejo. Em fevereiro, 25,9% de 6 mil empresas pesquisadas indicaram estoques acima do desejado, menor índice desde fevereiro de 2015 (23,7%). 

Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio, da FGV, informou que houve aumento de 4,8 pontos entre janeiro e fevereiro no Índice de Situação Atual (ISA), um dos dois sub-indicadores do Icom, para 92,8 pontos. Foi a mais forte alta desde agosto de 2013 (5,3 pontos). Para Tobler, é preciso esperar os próximos resultados do Icom para visualizar melhor qual seria a trajetória futura da confiança do comércio para os próximos meses.

Restituição IR tem nova ordem de prioridade

Conselho Nacional de Justiça - CNJ

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Previdência: Deficit é argumento falacioso!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

O governo anunciou oficialmente nesta segunda-feira, 20, a suspensão da tramitação da reforma da Previdência no Congresso, depois de ter sustentado que continuaria trabalhando pela aprovação da proposta mesmo com a intervenção no Rio. Para tentar compensar o fracasso da principal meta legislativa de Michel Temer, a equipe do presidente lançou uma agenda de 15 pontos que passa a ser considerada prioritária. Isto, entretanto, é apenas um intervalo para que o governo volte a tentar implantar a barbérie social no país, obrigando o trabalhador a arcar sozinho com os custos da ingerência pública. 

Um dos principais argumentos usados pelo governo para defender a reforma tem sido o alegado déficit da Previdência e a impossibilidade do o país arcar com esse déficit. O argumento é falacioso. O sistema previdenciário faz parte da Seguridade Social, que é financiada pelo governo, pelo trabalhador e pelo empregador. 

Conquista do voto feminino no Brasil completa 86 anos

Fonte: UGT c/infos Site Radio Peão Brasil/site Migalhas (matéria de Fabio Casseb)
Em 2015 foi instituíudo o 24 de Fevereiro como o “Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil” por meio da Lei 13.086/15.

De autoria da deputada Federal Sueli Vidigal, o PL 4.765/09 dispôs sobre essa data porque neste dia, por meio de um decreto do presidente Getúlio Vargas em 1932, a mulher brasileira obteve o direito de votar nas eleições nacionais.

Em 1934 as restrições ao pleno exercício do voto feminino foram eliminadas no Código Eleitoral e em 1946, a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.

Passaram alguns anos até que todas as restrições ao pleno exercício do voto feminino fossem retiradas e as mulheres pudessem exercer seus direitos de cidadãs plenamente no Brasil, e mesmo assim ainda são prejudicadas pela desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho por exemplo. 

O voto feminino no Brasil 

Redes da Abrafarma apresentam crescimento de 8,96% em 2017

As 26 redes de farmácias afiliadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) movimentaram R$ 44,41 bilhões no ano passado, crescimento de 8,96% em relação a 2016. Embora representem 9,2% do total de 76 mil farmácias no Brasil, as redes associadas concentram mais de 41% do faturamento do setor. 

De acordo com o presidente executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, o constante investimento em logística, distribuição e abertura de novas lojas é o principal responsável pela expansão do grande varejo. “A capilaridade e o maior poder de negociação com a indústria permitem comercializar produtos a preços mais competitivos. Além disso, devem-se considerar as estratégias para reter os clientes, como programas de fidelidade, e-commerce e sistemas de TI para mapear hábitos de consumo”, acrescenta. 

Durante o ano de 2017, os medicamentos, especialmente os de prescrição médica, mantiveram-se como principais impulsionadores do resultado. O comércio de fármacos totalizou R$ 30,23 bilhões, crescimento de 9,34% em comparação aos doze meses anteriores. Já a venda de não medicamentos chegou a R$ 14,17 bilhões – um acréscimo de 7%. 

Grupo DPSP fecha parceria com o Dr. Drauzio Varella

Para levar informação para a população de maneira didática e democrática, o Grupo DPSP (Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo) firmou uma parceria com o Dr. Drauzio Varella para a disseminação de um conteúdo especializado e de qualidade para milhões de clientes cadastrados no programa de relacionamento “Viva Saúde”.

“Escolhemos Drauzio Varella por ser hoje um dos médicos mais importantes e reconhecidos do Brasil e por falar de saúde de maneira muito clara para a população. Acreditamos que estamos ampliando o acesso à informação, gerada por uma fonte de grande credibilidade e que fala para todos os públicos”, comenta o presidente do Grupo DPSP, Marcelo Doll.

A parceria prevê a publicação de conteúdos informativos sobre saúde para os clientes participantes do programa e seguidores das marcas nas redes sociais, além da transmissão ao vivo de programas com a participação de especialistas e do público.

CPF online

Conselho Nacional de Justiça - CNJ

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Nova ferramenta mostra quanto tempo falta para se aposentar

Foto: Ag Brasil
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) lançou um novo serviço que simula o tempo de contribuição e diz se o trabalhador já tem tempo para pedir a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição. 

O lançamento da ferramenta ocorre dias depois de o governo anunciar oficialmente a suspensão da tramitação da reforma da Previdência no Congresso. A proposta de emenda à Constituição (PEC), que deve ficar parada até o fim do ano, endurece as regras para se aposentar e mira sobretudo aumentar a idade mínima para atingir o benefício. 

Diferente da ferramenta anterior disponível no site, a nova calculadora realiza uma busca automática de todas as informações e dados de vínculos do trabalhador registrados nos sistemas do INSS. A simulação funciona apenas como um primeiro "indício" do direito, pois ao visualizar a suposta possibilidade de aposentadoria, o trabalhador entrará em contato com o INSS para saber se, de fato pode receber o benefício.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Tempo médio de desemprego no Brasil chega a mais de um ano, revela pesquisa

Fonte: IG Economia
Tempo médio de desemprego do trabalhador brasileiro chega a mais de um ano, revela pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgada nesta terça-feira (20).

Segundo o estudo realizado, o brasileiro consegue uma vaga de emprego, em média, depois de um ano e dois meses do último desligamento. O período é maior que o encontrado no ano de 2016, quando o tempo médio de desemprego era de 12 meses.

A pesquisa O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil ainda mapeou o perfil dos desempregados no País. Do total, 59% são mulheres, com idade média de 34 anos. Dentro desse grupo, 54% têm até o ensino médio completo, e 95% dessas trabalhadoras pertencem às classes C, D e E. Vale destacar que mais da metade das desempregadas, 58%, têm filhos, sendo a maioria menor de idade.

Outro apontamento feito pela pesquisa é sobre o último emprego dessas pessoas: 40% dos entrevistados tinham carteira assinada, sendo 14% informais e 11% autônomos.

“Tudo aponta para um cenário de recuperação no mercado de trabalho, mas este ainda é um movimento tímido e que, no momento, permanece concentrado na informalidade, o que implica em contratações sem carteira assinada e atividades feitas por conta própria”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Ano começa com consumidor mais confiante

Fonte: Guia da Farmácia c/info Assessoria de Imprensa SPC (Inpress)
O Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) cresceu 4% na comparação entre janeiro do ano passado e deste ano, saindo de 41,9 pontos para 43,6, de acordo com dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Houve alta, também, em relação a dezembro, quando o indicador marcou 40,9 pontos. 

A escala do ICC varia de zero a 100, sendo que quanto mais perto do maior número, maior a satisfação dos consumidores. O resultado é tomado de acordo com dois componentes: o Indicador de Condições Atuais, que afere o cenário momentâneo da economia e da própria vida financeira e o Indicador de Expectativas, que avalia o que os consumidores esperam para os próximos seis meses.

A variação do Indicador de Condições Atuais também foi positiva, passando de 29,6 pontos para 32,4 pontos no período de um ano. Ao considerar somente a situação atual da economia, a pontuação foi de 22,5 pontos e, se considerar somente o estado da vida financeira, a pontuação foi de 42,3 pontos.

Atestado de Antecedentes

Conselho Nacional de Justiça - CNJ

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Faturamento de redes de farmácias cresce 9% em 2017

Fonte: Exame.com
As vendas de farmácias do país subiram quase 9 por cento no ano passado, para 44,4 bilhões de reais, informou nesta segunda-feira a Abrafarma, associação que representa 26 grandes redes do setor no país.

O crescimento foi impulsionado pela venda de remédios de prescrição médica, disse a entidade em comunicado. O comércio de medicamentos totalizou 30,23 bilhões de reais, aumento de 9,34 por cento sobre um ano antes.

Já a venda de produtos “não medicamentos” (itens de higiene, cosméticos, perfumaria e conveniência) contabilizou 14,17 bilhões de reais, expansão de 7 por cento na comparação anual.

Guia de Medicamentos mais comuns

Fonte/Foto: Guia da Farmácia edições 296 e 299
Oriente corretamente o paciente na farmácia
A diversidade de medicamentos, apresentações e ativos pode fazer com que o paciente tenha dúvidas de qual fármaco é mais indicado para a sua queixa. Por isso, é importante que haja a orientação correta na farmácia. Conheça mais sobre algumas das classes mais comuns entre os consumidores:

Contra as dores:


  • Analgésicos: diminuem a condução do impulso ao longo das fibras nervosas e, assim, a sensação da dor. 
  • Relaxantes musculares: restringem os espasmos causados pela dor aguda, aliviando-a ao diminuir o tônus muscular, facilitando os movimentos corporais.
  • Aerossois: as partículas são tão pequenas que ficam suspensas no ar e formam um nevoeiro não “molhante” ao ser pressionado o botão de liberação.
  • Emplastros: fazem com que o princípio ativo lá contido fique em contato por mais tempo na pele, assim comos aerossóis, possuem fármacos lipofílicos, com capacidade de atravessarem as cadas da pele e agirem localmente em determinada região do músculo.


Contra inflamações e infecções:

Supremo já tem 18 ações contra reforma trabalhista

Fonte/Foto: OTempo.com.br
O Supremo Tribunal Federal (STF) já recebeu 18 ações diretas de inconstitucionalidade contra a reforma trabalhista. Do total de processos, 13 pedem a volta da obrigatoriedade do imposto sindical. As mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) entraram em vigor em novembro passado. 

Duas ações questionam o trabalho intermitente – a prestação de serviço descontinuada: uma, o limite do valor da indenização por dano moral a ser definido pelo juiz; outra pede o fim da correção do depósito recursal – retenção de parte da indenização durante o processo – com base no índice da poupança; e a última alega ameaça à gratuidade da Justiça. Entre os autores estão federações e confederações de trabalhadores de metalurgia, educação, transporte, serviço público e outros ramos e até do setor patronal, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Aposentados e pensionistas do INSS têm até fevereiro para comprovar vida

Fonte: Diário do Litoral
Foto: Ag Brasil
Aposentados e pensionistas que ainda não comprovaram ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que estão vivos têm até o próximo dia 28 para fazer o procedimento no banco em que recebem seus benefícios. Quem não fizer a comprovação de vida no tempo previsto poderá ter seu pagamento bloqueado.

Até o último dia 8, mais de 3 milhões de beneficiários ainda não comprovaram o procedimento obrigatório. Segundo o INSS, mais de 34 milhões de beneficiários têm que procurar o banco em que recebem o benefício e apresentar um documento de identidade com foto (RG, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação etc). Algumas instituições financeiras estão utilizando a tecnologia de biometria para realizar o procedimento nos terminais de autoatendimento.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Vacinação em farmácias regularizada

No fim de 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a resolução que permite estabelecimento de saúde a realizar atividades de vacinação, incluindo farmácias e drogarias. A regulamentação, aguardada por todo o setor farmacêutico, vem ao encontro de um momento de protagonismo da farmácia na saúde da população. 

A oferta do serviço é vista como positiva para grande parte da população. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 82% da população usaria o serviço em farmácias e 77% mudaria seus hábitos e passaria a vacinar-se no canal farma. Para os entrevistados, as principais vantagens da imunização em farmácias são a praticidade e o preço mais acessível.

Em um primeiro momento, a vacinação será feita somente em adultos. Estão disponíveis imunizações para febre amarela, hepatite B, herpes-zóster e HPV. A aplicação é feita diretamente na loja com a apresentação de receita médica.

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