Fonte: Guia da Farmácia c/info DCI
O segmento farmacêutico está diversificando seu portfólio para continuar em crescimento. Os laboratórios apostam, por exemplo, em Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) e genéricos em um momento de retração do consumo e volatilidade cambial.
O segmento farmacêutico está diversificando seu portfólio para continuar em crescimento. Os laboratórios apostam, por exemplo, em Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) e genéricos em um momento de retração do consumo e volatilidade cambial.
“Estamos diversificando para crescer. Entramos no mercado de genéricos e estamos indo bem, dentro das dificuldades do cenário”, afirma o vice-presidente comercial da Biolab, Carlos Capelli. No primeiro semestre do ano, a companhia adquiriu a operação da Actavis Brasil, que pertencia à Teva. “Nossa perspectiva é crescer 11% em 2018. E esse desempenho está mais ligado ao produto popular”, conta Capelli.
De acordo com o executivo, a atual instabilidade cambial é uma preocupação do setor, que importa a maior parte de sua matéria-prima. “Temos a vantagem de trabalhar com câmbio futuro, mas não sabemos até quando isso vai permitir manter a estabilidade. É difícil produzir matéria-prima no Brasil, mais de 90% é importado.”





































