quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Impostos pagos pelos brasileiros este ano chegam a R$ 1,5 trilhão

Fonte: Fecomerciários c/informações G1
O valor pago pelos brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais desde o início do ano alcançou R$ 1,5 trilhão, na noite desta quarta-feira (26/11), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em 2013, essa marca foi alcançada somente no dia 9 de dezembro.

O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.

“Os dados do Impostômetro revelam que a arrecadação de tributos vem crescendo mais lentamente neste ano, em função do baixo nível de atividade. O forte desequilíbrio fiscal de 2014, no entanto, decorre muito mais de crescimento acentuado da despesa pública”, diz Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Tecnologia digital para combater violência contra mulher

Hackers, programadores e especialistas em assuntos relacionados a gênero começaram nessa terça-feira (25/11) a trabalhar efetivamente nos 22 aplicativos que vão usar tecnologias digitais para traduzir dados públicos de maneira útil e acessível a qualquer pessoa.

Reunidos no Salão Branco da Câmara dos Deputados, eles participam da 2ª edição do Hackathon – espécie de maratona colaborativa que desafia desenvolvedores de soluções digitais. Neste ano, os 47 participantes deverão criar aplicativos para ampliar a transparência de dados públicos sobre “violência contra a mulher” e sobre “políticas públicas de gênero e cidadania”.

Uma dos projetos de aplicativo, por exemplo, pretende fornecer informações úteis sobre a violência obstétrica, que envolve agressões físicas ou emocionais de gestantes por parte dos profissionais da área da saúde.


Lei Maria da Penha protege mãe maltratada

Conselho Nacional de Justiça - CNJ

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mais de 5 mil mulheres são assassinadas por ano no Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou, nesta quarta-feira (25), na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara (CCSF), a pesquisa “ Violência contra a mulher: Feminicídios no Brasil / Feminicídios: a violência fatal contra a mulher”, com a apresentação de dados inéditos, corrigidos, sobre taxas de feminicídios e perfil das mortes de mulheres por violência no Brasil e nos estados.

De acordo com a pesquisa, no Brasil, no período de 2009 a 2011, ocorrerem, em média, 5.572 mortes de mulheres a cada ano, 464 a cada mês, 15,3 a cada dia ou uma morte a cada hora e meia. (...)

UGT SP faz plenária para discutir ampliação da estrutura no Estado

Fonte/Foto: Fecomerciários
O presidente Biloti participou da plenária da UGT SP, nesta terça-feira (25/11), no Premium Hotel, na cidade de Campinas, com a participação de dirigentes sindicais comerciários e de outras categoriais de todo o Estado. Os participantes deram várias sugestões para o crescimento da estrutura da Central estadual. Elas serão encaminhadas à Executiva da UGT Nacional para serem analisadas e colocadas em prática.

O presidente da UGT SP e da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, dirigiu os trabalhos e encerrou a plenária com o seguinte discurso: “Precisamos mostrar a capacidade dessa união com todas as categorias de trabalhadores. Vamos ser uma Central Sindical diferenciada. Foi um dia muito produtivo porque ouvi grandes ideias. A UGT SP vai ajudar a fortalecer a Nacional. A nossa união vai fazer a diferença no Estado de São Paulo”.

COBAP diz que lucro do INSS é de R$ 711 bilhões em 12 anos

A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP) e as Federações, encabeçadas pela Federação de Aposentados e Pensionistas do Mato Grosso do Sul (FAPEMS), estão encaminhando a todos os parlamentares do Congresso Nacional uma tabela que contem todo o orçamento da Seguridade Social de 2001 a 2013 e consta com o superávit de R$711.144 bilhões. O valor dá uma média anual de R$54.703 bilhões.

O valor foi arrecadado exclusivamente via contribuições sociais e destinam-se ao financiamento da Assistência Social, Saúde e Previdência Social, porém o Executivo vem utilizando as contribuições para outros fins.

Segundo o presidente da FAPEMS, Alcides Ribeiro, “isso também vem ocorrendo via desoneração da folha, onde é cancelada uma contribuição social e cria-se um novo imposto, transferindo assim o total arrecadado do Orçamento da Seguridade Social para o Orçamento Fiscal”.

A tabela fornece aos parlamentares, especialmente aos deputados, que votarão o projeto de lei 4434/08 (reajuste das aposentadorias e pensões pagas pela Previdência), todos os dados necessários para que tenham a convicção definitiva que o orçamento constitucionalmente destinado a abrigar Assistência Social, Saúde e Previdência é sucessivamente superavitário.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Começa hoje a Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher


A Nova Cara da Aposentadoria - Mulheres

Fonte: Diap c/informações Monitor Mercantil
Após divulgar no início deste ano a pesquisa “A nova cara da aposentadoria”, a seguradora Aegon, parceira global da Mongeral Aegon no Brasil, divulga estudo sobre “A Nova Cara da Aposentadoria - Mulheres: equilibrando família, carreira e segurança financeira”, com o objetivo de fornecer uma ampla perspectiva sobre porque as mulheres acham tão difícil planejar a aposentadoria, quais são suas aspirações, preocupações e obstáculos.

O estudo sugere ainda uma série de caminhos para contribuir para o desenvolvimento do planejamento financeiro feminino.

Em termos gerais, ao mesmo tempo em que as mulheres possuem maior expectativa de vida em relação aos homens, de 4 a 5 anos a mais em média, elas estão pouco preparadas financeiramente para a aposentadoria. Do total pesquisado, 40% nem sequer sabem se estão no caminho certo para atingir a renda que vão precisar quando aposentadas e 20% acreditam que já fazem o suficiente.

Outro resultado mostra que, mesmo com maior independência financeira e inserção no mercado de trabalho, mais da metade das entrevistadas (54%) acredita que serão dependentes da renda do cônjuge. Em contraste, apenas 12%, dizem que não esperam que seus esposos sejam a grande fonte de renda na aposentadoria.


Hábitos de poupança e planejamento

25 Nov - Vamos lutar pela erradicação da violência contra a Mulher


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Curso de Aplicação de Injeção


Campanha 16 dias de ativismo

Fonte: SPM-PR
Começa terça-feira (25/11) a Campanha 16 dias de ativismo Pelo Fim da Violência contra a mulher, com o Objetivo de PROMOVER o debate e denunciar a Violência contra a Mulheres. Em 1991, Mulheres de Diferentes Países, Reunidas cabelo Centro de Liderança Global de Mulheres de ( Centro de Liderança Global das Mulheres - CWGL / EUA), iniciaram a Campanha. O centro, fundado Pela feminista Charlotte Bunch, em 1989, a Atua no Desenvolvimento de Programas Para preparar como Mulheres para Liderança. Atualmente Mais de 10 países participam da Campanha.

Iniciada em 25 de novembro, Dia Internacional de Nao Violência Contra Mulheres como, uma Termina Campanha nenhum dia 10 de dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil, a 16 dias de ativismo E realizada desde 2003 POR Meio de ações de Mobilização, Palestras, debates, eventos e Encontros. A Campanha dos 16 Dias de Ativismo recebe adesões Institucionais, de Empresas Públicas, Privadas e Organizações Governamentais. 

O valor do BEM

Lourival Lopes
Nunca esqueça o valor do bem. Um bem, por menor que seja, um olhar, um sorriso, um aceno, um aperto de mão, um muito obrigado, podem marcar fortemente o coração de quem os dá e de quem os recebe.

Está em você uma imensa capacidade de fazer o bem, uma poderosa geratriz de alegria, um manancial precioso de esperança. Tudo de bom que no mundo existe está também dentro de você.

Compreenda isso. Toda vibração de bondade, de alegria ou ânimo que você emite produz ressonâncias de volta, traz recompensas. Ajude e será feliz. O bem que você faz aos outros o faz a si mesmo!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo

Fonte/Foto: Agência Brasil
Uma em cada três mulheres é vítima de abusos físicos em todo o mundo, indica uma série de estudos divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 100 milhões e 140 milhões de mulheres são vítimas de mutilação genital e cerca de 70 milhões se casam antes dos 18 anos, frequentemente contra a sua vontade. Os dados indicam que 7% das mulheres correm o risco de sofrer violência em algum momento das suas vidas.

A violência, exacerbada durante conflitos e crises humanitárias, tem consequências dramáticas para a saúde física e mental das vítimas. “Nenhuma varinha de condão vai eliminar a violência contras as mulheres. Mas a prática revela que é possível realizar mudanças nas atitudes e nos comportamentos, que podem ser conseguidos em menos de uma geração”, afirmou Charlotte Watts, professora na Escola de Higiene e Medicina Tropical em Londres e coautora dos documentos.

Negociação coletiva e terceirização

Negociação coletiva
A proposta (PLS 296), do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), pretende excluir a previsão de recusa à negociação coletiva e determinar que, para fins de negociação coletiva, a empresa é obrigada a prestar informações sobre sua situação econômica e financeira, no prazo de sete dias a contar da formalização do pedido pelo sindicato profissional.


Impõe ao sindicato solicitante o dever de resguardar o sigilo das informações fornecidas pela empresa, mesmo após o final da negociação, ainda que frustrada.

Matéria aguarda parecer do relator para discussão e votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Em seguida será apreciada pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa. 


Expansão da terceirização
O PLS 87/10, do ex-senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que expande a terceirização. T rata-se do mesmo texto do PL 4.330/04, só que em discussão no Senado.


Proposição aguarda parecer do relator para discussão e votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A matéria ainda será apreciada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa.

Conviva com a Diferença! Precisa Ajuda?

Ofereça ajuda se quiser, mas espere que sua oferta seja aceita, antes de ajudar a pessoa com alguma deficiência.

Se a pessoa estiver precisando de ajuda, vai aceitar sua oferta e explicar exatamente o que você deve fazer para ser útil a ela.

Lembre-se: está dica serve para qualquer situação na qual alguém pareça estar precisando de ajuda.
Fonte: Cartilha Conviva com a Diferença/ Sincomerciários SP/UGT

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

10 Dicas para o trabalho em equipe

Fonte: Blog LM
Uma equipe unida e em sintonia com o trabalho é o sonho de qualquer organização. Contudo, formar esta equipe não é uma tarefa fácil e exige um exercício diário de relacionamento e compreensão. Pensando nisso, preparamos uma lista com 10 dicas essenciais para tornar o ambiente de trabalho um lugar mais prazeroso e melhorar o desempenho do trabalho coletivo.

1. Saiba Ouvir – respeite as opiniões de seus colegas de trabalho e procure compreendê-las antes de julgá-las. Ao se permitir ouvir, é possível que novas ideias venham à tona no ambiente de trabalho.

2. Compartilhe as suas Dificuldades – ninguém é o detentor do conhecimento absoluto. Sempre que sentir dificuldades, compartilhe com seus colegas, peça opinião, sugestões e crie um ambiente de construção coletiva de conhecimento.

3. Evite críticas vazias – evite realizar críticas vazias ou sem fundamentos. Ao identificar alguma falha, problema ou fator negativo no trabalho do seu colega, converse e busque entender melhor qual foi o motivo.

4. Contribua Positivamente – apontar os problemas é muito fácil, o difícil é buscar as soluções. Logo, procure contribuir positivamente em suas intervenções. Se um colega pede um conselho, ajuda ou se você deseja apontar algo no trabalho da equipe, busque sempre contribuir com novas ideias, soluções e possibilidades.



5. Planeje seu dia-a-dia – um ambiente formado com muitas pessoas tem uma tendência natural à dispersão. Para evitar isso, é preciso estabelecer objetivos e metas a serem alcançadas pelo grupo e, sempre que possível, realizar balanços para verificar se foram atingidas ao longo do tempo previsto.

6. Mantenha o Diálogo – networking é um ponto-chave na cultura organizacional. Sempre mantenha o diálogo e uma postura ética e transparente com seus colegas de trabalho.

7. Tenha paciência – em diversos momentos será necessário conciliar opiniões diversas no ambiente de trabalho. Para evitar desgastes e crises de relacionamento, busque compreender melhor as situações, mesmo que você não esteja de acordo com as opiniões em jogo.

8. Saiba Dividir – uma organização não é composta apenas por um indivíduo. Logo, ao finalizar sua pauta, não dê o trabalho como terminado. Procure observar mais o ambiente de trabalho e, na medida do possível, delegue, compartilhe responsabilidades e busque dividir esforços em prol do grupo.

9. Cuidado com o pensamento coletivo – o grupo deve estar aberto a receber opiniões externas e contrárias a práticas já consolidadas no seu dia-a-dia. É importante compreender que nem sempre o que todo mundo faz é o melhor para a organização ou mesmo para o próprio grupo.


10. Crie momentos de diversão – após o corre-corre diário, crie momentos de alegria, happy hours, comemorações etc. Esses momentos são importantes para fortalecer os laços dentro de uma organização e humanizar as relações de trabalho.

Fracionamento de remédios, uma prescrição sem efeito

Há oito anos em vigor, mas de efeito nulo na prática, a Resolução 80 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é um exemplo de mais uma orientação legal que não “pegou” no Brasil. Publicada em 11 de maio de 2006, ela permite a venda de remédios fracionados nas farmácias e drogarias de todo o país. Além de garantir maior economia aos consumidores, que pagariam exatamente pela quantidade de medicamentos necessários, a medida tem como objetivo evitar o desperdício, o risco de intoxicação e do consumo de substâncias após o prazo de validade. Outra preocupação da resolução era evitar o descarte de forma inadequada, que leva ao risco de contaminação ambiental. No entanto, a resolução não prevê qualquer sanção em caso de descumprimento por parte de farmácias e drogarias.

Por remédio fracionado entende-se a separação e manipulação de qualquer medicamento de marca ou genérico por um farmacêutico responsável, que entregaria ao usuário a quantidade exata prescrita pelo médico. Esse trabalho deve ser realizado nas farmácias, cumprindo-se uma série de exigências previstas na resolução da Anvisa. Para que um medicamento seja fracionável é preciso constar na cartela dados como nome do medicamento, fórmula farmacêutica, registro do Ministério da Saúde e cada unidade vir acompanhada de uma bula e uma embalagem secundária que deve ser disponibilizada pela drogaria.(...)

Nos balcões de farmácias e drogarias, os farmacêuticos confirmam que apenas remédios de baixo custo e sem prescrição, na maioria das vezes, são encontrados já fracionados no comércio. Além disso, 
destacam a desinformação do público. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O Sinpra está à sua disposição, online e ao vivo!



Câmara discute feriado nacional para 20 de novembro

Fonte: Agência Câmara
A Comissão de Cultura da Câmara aprovou projeto de lei (PL 6.787/13) que transforma o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, em feriado nacional.

Com essa votação, a Câmara dos Deputados mostra ao país a importância de um assunto que é atual, mesmo no século 21, quando ainda são registrados vários episódios de racismo e de outras formas de preconceitos, avalia o deputado Renato Simões (PT-SP), autor da proposta.


O projeto ainda vai tramitar nas comissões de Direitos Humanos, e de Constituição e Justiça (CCJ). A tramitação é em caráter conclusivo, ou seja, sem obrigatoriedade de votação no plenário da Câmara.

Senado rejeita fim de impostos sobre medicamentos de uso humano

Fonte: Ag Senado
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 115/2011, que proíbe a cobrança de impostos sobre medicamentos de uso humano, foi rejeitada dia 12/nov, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A matéria só será votada em Plenário se for apresentado recurso nesse sentido.

A PEC é uma iniciativa do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) e contou com voto pela aprovação do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), na forma de substitutivo. Mas prevaleceu na CCJ a posição do governo, contrária à proposta.

Conforme argumentos apresentados pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a redução de carga tributária prevista na PEC resultaria em impacto negativo sobre os orçamentos estaduais e municipais, seja pela redução de IPI nas localidades que sediam indústrias farmacêuticas ou por queda nos repasses dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos municípios (FPM).

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