segunda-feira, 28 de março de 2016

Aposentados podem ter dinheiro do PIS/PASEP

Fonte: Diário do Litoral
Aposentados de qualquer idade e pessoas com 70 anos ou mais que contribuíram para o PIS ou PASEP até 4 de outubro de 1988 podem ter valores disponíveis para saque do Fundo PIS/PASEP. Quem ainda não fez o resgate das cotas, por ocasião da aposentadoria, por exemplo, deve buscar mais informações pois pode ter dinheiro inativo à sua espera. 

Para conhecer o saldo, se houver, ou o número de inscrição em um dos programas, os participantes devem procurar o Banco do Brasil, que é o agente administrador do PASEP, ou a Caixa Econômica Federal, instituição administradora do PIS. 

Podem sacar as cotas ainda existentes, pessoas que contribuíram para os programas que possuírem saldo em suas contas individuais e estejam enquadrados em um dos seguintes motivos, de acordo com a legislação:
 - aposentadoria - idade igual ou superior a 70 anos 
 - invalidez (do participante ou dependente) 
 - transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar) 
 - idoso e/ou portador de deficiência, ex-trabalhador, inscrito no Benefício da Prestação Continuada (BPC/LOAS) 
 - participante (ou dependente) acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001 (links) 
 - morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular. 

Os documentos necessários para efetuar o saque podem ser consultados no site da Caixa, na seção Quotas do PIS, ou do Banco do Brasil, no item Quando e Como Sacar o Saldo. 

Informação importante 
 Trabalhadores que passaram a contribuir para o PIS ou PASEP a partir do dia 5 de outubro de 1988 não possuem valores de cotas para resgate, pois desde aquela data, o Fundo PIS-PASEP não conta com a arrecadação para contas individuais.

Em busca do currículo perfeito?

Fonte: Brasil Econômico
Em meio a uma taxa de desemprego de quase 10% este ano, conseguir a vaga ideal parece cada vez mais difícil. Assim, a grande concorrência é um desafio desde o início do processo, ou seja, no envio do currículo. Afinal, o que fazer para que as informações sobre sua vida profissional chame a atenção do recrutador? Como convencer a empresa de que você merece ser chamado para uma entrevista?

Muitas perguntas podem vir à cabeça, como a colocação de foto, a quantidade de páginas ou se vale a pena ser detalhista na descrição, por exemplo. Pensando nisso, o iG consultou especialistas para ajudar na feitura de um currículo ideal, também com dicas sobre o que é essencial evitar.

De início, é essencial pensar em um currículo que seja claro e conciso, focado no seu objetivo profissional. É uma dica simples, porém muito eficaz, segundo a assessora de carreira da Catho, Larissa Meiglin.

Além disso, é importantíssimo se lembrar de que este documento é a porta de entrada (ou não) à vaga, ou seja, não cometa erros de português ou de digitação! Seja atencioso e detalhista nesse momento, erros indicam descuido ou desatenção, algo que reverbera de maneira muito negativamente nas empresas. “Pedir ajuda a um colega nesse momento também é válido. Outra pessoa pode perceber erros e te dar dicas de coisas que você não havia se atentado”, aponta o diretor de recrutamento da Stato Paulo Dias.

O que colocar ou o que evitar? Veja as dicas:

1. O essencial nunca é de mais (nem de menos)

quinta-feira, 24 de março de 2016

Manual de Cidadania explica corrupção

Fonte: Ministério Público do Trabalho/SP c/informações Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro
Com este pequeno manual de cidadania destinado às crianças e aos jovens, o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro - TCMRJ pretende contribuir para a formação ética e moral dos homens do futuro, demonstrando que o respeito ao próximo, a honestidade e a solidariedade são valores que devem ser transmitidos desde a infância. Só assim a sociedade estará livre da corrupção. 

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Os 7 Princípios de Empoderamento da ONU Mulheres

Fonte: +Mulher360
Fundamentada no ideal de igualdade consolidado na carta das Nações Unidas, a ONU Mulheres desenvolveu os seguintes princípios para o desenvolvimento do tema empoderamento feminino:  

1 - LIDERANÇA: Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível. 

2 - IGUALDADE DE OPORTUNIDADE, INCLUSÃO E NÃO DISCRIMINAÇÃO: Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não discriminação. 

3 - SAÚDE, SEGURANÇA E FIM DA VIOLÊNCIA: Garantir saúde, segurança e bem-estar a todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.

4 - EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO: Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO: Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres. 

5 - DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E PRÁTICAS DA CADEIA DE FORNECEDORES: Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing. 

6 - LIDERANÇA COMUNITÁRIA E ENGAJAMENTO: Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social. 

7 - TRANSPARÊNCIA, MEDIÇÃO E RELATÓRIOS: Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

terça-feira, 22 de março de 2016

Empoderamento Feminino

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

O empoderamento feminino ainda é um termo desconhecido por muitos. Vale lembrar que até 2006 as palavras “empoderar” e “empoderamento” ainda não constavam em nossos dicionários!

Empoderar as mulheres é fazer com que elas ampliem recursos que lhes permitam ter voz, influência e capacidade de ação e decisão, principalmente nos temas que afetam suas vidas, seja na esfera pública ou privada. Para ter voz ativa na condução de sua própria vida, as mulheres precisam empoderar-se social, econômica, politica e psicologicamente de modo a influir na mudança das premissas de gênero que hoje as inferiorizam. É uma tarefa árdua e lenta que começa com a consciência de seu direito de existir plenamente na sociedade, ser uma cidadã respeitada.

O empoderamento não é causa de uma pessoa, empresa ou organização, mas um processo social capaz de fortalecer as mulheres para que possam alcançar a igualdade de gêneros.

Segundo a ONU, os sete princípios de empoderamento das mulheres são:
1. Estabelecer liderança corporativa de alto nível para a igualdade de gênero

2. Tratar todas as mulheres e homens de maneira justa no trabalho – respeitar e apoiar direitos humanos e não-discriminação

3. Assegurar saúde, segurança e bem-estar a todos, trabalhadoras e trabalhadores, mulheres e homens

4. Promover educação, treinamento e desenvolvimento profissional para as mulheres

5. Implementar desenvolvimento empresarial e práticas de cadeia de suprimentos e marketing que empoderem as mulheres

6. Promover igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa

7. Medir e publicamente relatar o progresso no alcance da igualdade de gênero.

Resumindo, empoderar significa que as próprias mulheres terão em mãos os instrumentos para conquistar a igualdade de oportunidades, o respeito às diferenças, o fim da discriminação.

Ministérios da Previdência e Trabalho têm portal unificado

O Ministério do Trabalho e Previdência Social já conta com um novo portal unificado na internet pelo neste endereço. A fusão envolve os antigos portais do Trabalho e Previdência, reunidos em um único ambiente, o que também ocorreu nos perfis das redes sociais como Facebook, Twitter, Youtube e Flickr.

O portal reunirá todos os serviços e informações disponíveis nas áreas do Trabalho e da Previdência e segue a nova identidade digital do Governo Federal, uma infraestrutura com foco em conteúdo, arquitetura da informação e identidade visual.

O novo portal do MTPS é flexível para se adaptar a diferentes tamanhos de tela, atendendo a uma ampla variedade de dispositivos, mantendo a gestão do conteúdo organizada e eficaz. Dessa maneira, o acesso é garantido em várias plataformas.

O espaço contará também com uma área de imprensa unificada, que reunirá todas as informações, avisos de pauta, e conteúdos audiovisuais em um espaço único de visualização.

Atualização de cadastro


"Mulher Valorizada..." define diretrizes de luta das mulheres comerciárias


Fonte: Fecomerciários
A duas etapas  do evento “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida”, aconteceram dias 18/19 e 20/21 de março, no Centro de Lazer da Fecomerciários. Mais de 650 participantes lotaram o auditório, em cada etapa, totalizando o recorde de 1.300 presentes. Elas chegaram à Praia Grande em 65 caravanas provenientes das bases sindicais de todo o Estado. 

A programação foi a mesma nas duas etapas, com discursos do presidente Luiz Carlos Motta e das dirigentes que compuseram a mesa, sorteios de presentes doados pelos Sindicatos Filiados, palestras da empreendedora Zica Assis, sócia da empresa Beleza Natural, sobre “O Segredo da Autoestima”, e da consultora Leila Navarro com o tema “Mulher Heroína dos Novos Tempos”; espetáculo teatral “Aurora”, da Cia Teatral Arueiras do Brasil; e aprovação das dez deliberações do encontro.

No encerramento da 6ª edição do “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida”, as deliberações do evento aprovadas por unanimidade na sexta-feira, na primeira etapa do evento, foram submetidas novamente à avaliação da plenária e aprovadas por todas as presentes nesta segunda etapa, devendo nortear as ações sindicais durante o desenrolar deste ano.

Licença maternidade e paternidade

Fonte: Senado Federal Facebook

segunda-feira, 21 de março de 2016

Mulheres representam 13% das vereadoras e 12% das prefeitas de todo o país

Fonte: Agência Brasil
Atualmente, as mulheres ocupam apenas 13,5% dos cargos nas câmaras municipais e 12% das prefeituras de todo o país, revelou levantamento da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Em números absolutos, são 7.782 mulheres vereadoras. Os homens, que ocupam 86,5% das vagas, somam 49.825.

Entre as eleições de 2008 e 2012, o número de candidaturas femininas para as 5.568 câmaras municipais saltou de 72.476 para 133.864, crescimento de 84,5%. No entanto, esse aumento não fez com que mais mulheres se tornassem vereadoras. Em 2008, 8,9% das concorrentes se elegeram para as câmaras municipais. Em 2012, o percentual caiu para 5,7%.

No caso das prefeituras, em 2012 foram 672 candidatas eleitas, aumento de 33% em relação à eleição de 2008, quando foram eleitas 504 prefeitas. Isso representa 9,12% do total de candidatos às prefeituras no país.

No Congresso Nacional, a participação das mulheres também é baixa. No Senado, a representação feminina atualmente não chega a 15% dos cargos. Já na Câmara dos Deputados, elas ocupam apenas 10% das cadeiras.

Adicional Noturno

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

sexta-feira, 18 de março de 2016

Raia Drogasil lidera vendas pelo 6º ano seguido

Fonte: DCI
A rede de drogarias Raia Drogasil lidera o ranking de vendas totais do setor pelo sexto ano consecutivo no Brasil, segundo levantamento realizado pela Fundação Instituto de Administração (FIA-USP), em parceria com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).


No ano passado, a companhia registrou crescimento de 21,5% em vendas, na comparação com o ano anterior. O faturamento acumulado da rede em 2015 ultrapassou a cifra de R$ 9,4 bilhões.

Desde 2011, a Raia Drogasil lidera o ranking, quando tomou o primeiro lugar da concorrente Drogaria São Paulo, hoje unificada com a carioca Drogarias Pacheco. Ainda segundo o ranking da Abrafarma, a segunda colocada em vendas no ano passado foi a rede cearense Pague Menos, e em seguida, na terceira e quarta colocações, as Drogarias São Paulo e Pacheco. Na quinta colocação está a companhia paraense Big Ben.

O estudo elencou também as redes de acordo com o número de lojas, em lista que segue encabeçada pela Raia Drogasil, com as Farmácias Pague Menos na segunda colocação, a Drogaria São Paulo na terceira, Drogarias Pacheco na quarta e Drogarias Big Ben em quinto.

Mulheres são maioria no trabalho doméstico, revela pesquisa do MTPS Ipea

Fonte: Ag. Diap
A pesquisa sobre inserção das mulheres no mercado de trabalho, apresentada recentemente lançou um olhar minucioso sobre uma categoria simbólica quando o assunto são os abismos de gênero no mercado de trabalho: trabalhadoras domésticas.

Segundo o levantamento feito pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nas moradias das classes média e alta a tarefa é quase exclusivamente feminina: 92 % dos empregados domésticos são mulheres e essa é a ocupação de 5,9 milhões de brasileiras, o equivalente a 14% do total das ocupadas no Brasil.


Pesquisa
O estudo, que fez um recorte estatístico de 2004 a 2014 e considerou as mulheres ocupadas a partir dos 10 anos de idade, revelou também o quanto são precárias as condições de quem vive dessa profissão. A média de estudo delas é de seis anos e meio, o salário é de aproximadamente R$ 700, e até um ano atrás mais de 70% não tinha carteira assinada.


Importância da Carteira de Trabalho assinada

Lei do Feminicídio completa um ano

Um ano após a entrada em vigor da Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104), as primeiras condenações pelo assassinato brutal de mulheres começam a indicar o fim da impunidade na espiral de violência contra o sexo feminino.

A aplicação da norma se junta à lei Maria da Penha e às políticas criadas para prevenir e punir atentados, agressões e maus-tratos, em uma demonstração do empoderamento das mulheres.

Para avançar na punição aos responsáveis e ampliar a aplicação da nova lei outras medidas estão em curso.

Numa importante linha de ação, está em definição as diretrizes e os elementos desse tipo de crime que irão nortear as investigações, os julgamentos e as condenações do feminicídio. A definição desse padrão está sendo feito pelo governo brasileiro em conjunto com a ONU Mulheres.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Em dois anos, Lava Jato consegue devolução de R$ 2,9 bi desviados da Petrobras

Fonte: CNTC c/informações Ag BRasil
A Operação Lava Jato chega hoje (17) a dois anos de investigações com 93 condenações e R$ 2,9 bilhões devolvidos pelos investigados. Os trabalhos começaram em 2009, quando o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, começou a apurar as operações financeiras do doleiro Alberto Youssef.

De acordo com dados recentes levantados pela força-tarefa de procuradores que atua na Lava Jato, os desvios na Petrobras envolvem cerca de R$ 6,4 bilhões em propina a ex-diretores da estatal, executivos de empreiteiras que assinaram contratos com a empresa e agentes públicos. Até o momento, foram recuperados R$ 2,9 bilhões e repatriados R$ 659 milhões, por meio de 97 pedidos de cooperação internacional. O total do ressarcimento pedido pelo Ministério Público Federal a empreiteiras e ex-diretores da Petrobras chega a R$ 21, 8 bilhões.

Em dois anos, Sérgio Moro proferiu 93 condenações, sentenças que somam 990 anos e sete meses de pena. Os crimes são corrupção, tráfico transacional de drogas, formação de organização criminosa e lavagem de ativos. As investigações também contaram com 49 acordos de delação premiada e cinco acordos de leniência com empresas.

Foi-se o tempo em que os brasileiros tinham memória curta!

Fonte: Último Segundo

INSS aceitará atestado do SUS para trabalhador receber auxílio-doença e benefício previdenciário

Fonte: Ag.Diap
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de acordo com o Decreto 8.691, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (15), irá aceitar o atestado do Sistema Único de Saúde (SUS) como prova para a concessão do auxílio-doença e benefício previdenciário para os trabalhadores afastados por mais de 15 dias.

Até então, a regra determinava que o segurado só teria direito aos benefícios após uma avaliação de perito do INSS. No exame, o perito avalia se o trabalhador está incapaz para o trabalho e qual a data prevista para o retorno à atividade.

Por conta da grande fila de espera em algumas capitais, a espera por uma vaga para a perícia chega a três meses. O objetivo com a nova regra é agilizar as concessões de auxílio-doença e benefício previdenciário aos trabalhadores amparados pelo INSS.

O novo modelo de concessão do auxílio-doença vai entrar em vigor após um convênio entre o Ministério do Trabalho e Previdência e o Ministério da Saúde. Os médicos do SUS poderão também confirmar a prorrogação do benefício, caso o segurado do INSS não esteja pronto apto a voltar ao trabalho.

terça-feira, 15 de março de 2016

O avanço das mulheres!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Na última década, a cidadania feminina e as relações de gênero passaram a fazer parte dos debates sobre uma nova concepção dos direitos humanos. Embora os avanços conquistados as vezes pareçam poucos, na verdade eles tem sido conquistados um a um, graças a mobilização da luta das mulheres.

Hoje, mais da metade da população brasileira é feminina, porém, ainda persiste uma ótica sexista e discriminatória que faz a representatividade das mulheres nos quadros dos poderes públicos e nas instâncias decisórias estar muito longe do ideal.

As estatísticas comprovam que as mulheres brasileiras estão cada vez mais qualificadas, têm mais tempo de estudo que os homens, começam a ingressar em profissões consideradas de prestígio e a ocupar postos de comando, ainda que lentamente.

A exclusão social é combatida através de políticas específicas, a violência tem sido combatida nos últimos anos com mudanças na legislação; desenvolvimento crescente de estudos sobre violência contra a mulher; criação de delegacias especializadas; serviços de atendimento às vítimas. Os salários inferiores aos masculinos também estão nas alças de mira do movimento de mulheres.

Neste momento, uma árdua batalha também toma forma entre as mulheres brasileiras: uma agenda mais ampla de saúde feminina, uma difícil peleja que envolve preconceitos, discriminações e dogmas religiosos, além de problemas estruturais, como a grande falta de recursos da população feminina e os recursos mal distribuídos do setor público.


É inegável o avanço das mulheres brasileiras nos últimos anos. Em todas as áreas, ocorreram progressos consideráveis, apesar de ainda persistirem grandes desigualdades. Avanços que, sem dúvida, devem ser creditados ao movimento de mulheres, por sua persistência e crescente articulação, e que começam a construir as bases para uma nova plataforma política, a ponte para alcançarmos uma sociedade mais justa.

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