sexta-feira, 21 de outubro de 2016

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Centrais sindicais unidas definem Jornada de Luta da Classe Trabalhadora

Fonte/Foto: UGT
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) participou, na tarde desta quarta-feira (19), da reunião unitária das centrais sindicais, que aconteceu na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo, e teve  como objetivo definir um calendário unificado de ações contra a PEC 241, que congela os gastos públicos em 20 anos, além de enfatizar a luta contra a retirada de direitos propostas pelo governo e que levam os nomes de reformas trabalhista e previdenciária.

Os sindicalistas definiram as atividades fundamentais para expressar a indignação da classe trabalhadora contra o que esta em curso no país e, na sexta-feira (21), na sede do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( DIEESE), haverá uma reunião nacional com representantes dos transportes público para organizar o ato do dia 11 de novembro, que será um Dia Nacional de Protestos e manifestações. Também ficou definido que no dia 25 de Novembro,  será o Dia Nacional de Mobilização. 

Outra proposta que foi apresentada durante a reunião é que as centrais deverão fazer plantão permanente em Brasília, como forma de ampliar as ações das entidades contra os projetos de lei que tramitam na Câmara ou no Senado e que atentam contra os direitos adquiridos pela classe trabalhadora e pela sociedade em geral. 

Participaram do encontro representantes da CGTB, CSP Conlutas, Força Sindical, CUT, Nova Central, CTB e Intersindical. 

STF suspende ultratividade de convenções e acordos

Fonte: Ag. Diap
Por pressão de confederação patronal, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu, na última sexta-feira (14), medida cautelar para suspender todos os processos e efeitos de decisões no âmbito da Justiça do Trabalho que discutam a aplicação da ultratividade de normas de acordos e de convenções coletivas de trabalho. 

A decisão, a ser referendada ou não pelo plenário do STF, foi proferida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 323, ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que questiona a Súmula 277, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A ultratividade foi aprovada como regra pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em setembro de 2012, na chamada ‘Semana do TST’, que reavaliou a jurisprudência e o regimento interno da corte, que passou a adotá-la como princípio balizador para as negociações coletivas de trabalho. Pela regra, os direitos constituídos nos acordos ou nas convenções coletivas vigoram até que nova negociação seja firmada pela entidade sindical.

Este princípio constituiu-se num importante avanço para as relações de trabalho, pois permitiu mais equilíbrio nos processos negociais, já que as partes — trabalhador e empregador — negociavam tendo como referência o acordo ou convenção anterior, que mesmo ‘vencida’ ou ‘expirada’ continuava vigendo até que novo pacto fosse firmado.

A decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes pode ser revertida no plenário.

Assembleia Legislativa vai homenagear a Federação pelo Dia do Comerciário

Fonte: Fecomerciários
Por iniciativa do deputado Ricardo Madalena, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo vai realizar Sessão Solene para comemorar o Dia do Comerciário. 

A homenagem à Fecomerciários, extensiva ao presidente Luiz Carlos Motta e a todos os presidentes dos 69 Sindicatos Filiados, será realizada na próxima segunda-feira, 24 de outubro, às 10 horas, no Plenário "Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira" do Palácio 9 de Julho (Avenida Pedro Álvares Cabral, 201, Ibirapuera/SP).

INSS tem nova revisão para incluir o tempo especial

Fonte: Agora
Trabalhadores que não conseguiram comprovar a atividade insalubre para se aposentar mais cedo ou com um salário maior têm uma nova chance de conseguir essas vantagens.

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) determinou no último dia 9 de setembro que os servidores das agências da Previdência Social aceitem laudos técnicos novos para a comprovação da exposição do trabalhador a agentes que trazem risco a sua saúde.

Antes, o instituto só aceitava laudos que tinham sido produzidos no mesmo período em que o trabalhador esteve empregado no local onde havia a insalubridade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Defensoria pede ao INSS que suspenda revisão de benefícios

A DPU (Defensoria Pública da União) enviou uma recomendação formal ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na última sexta-feira (14) pedindo a suspensão do programa de revisão dos benefícios previdenciários, lançado pelo governo em agosto e iniciado em setembro.

Em julho, o governo publicou a medida provisória 739, que determinou a revisão de 530 mil auxílios-doença e 1,2 milhão de aposentadorias por invalidez que são pagas há mais de dois anos. As convocações para perícia, por carta, ­tiveram início no dia 5 de ­setembro.

A recomendação da DPU estabelece um prazo de dez dias para que a decisão seja acatada pelo INSS. Em caso de recusa, segundo a defensoria, pode ser iniciada uma ação civil pública.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Combate à política econômica une Centrais Sindicais

Fonte: Ag. Sindical
Recessão grave, desemprego em alta, arrocho salarial, juros abusivos, desnacionalização da economia e reformas neoliberais. É esse o cenário atual do Brasil, segundo as Centrais Sindicais e o Dieese.

Esse quadro foi debatido, e criticado, dia 17/10, durante reunião entre CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas e Intersindical, na sede nacional da UGT (União Geral dos Trabalhadores), em São Paulo.

As Centrais também debateram formas de enfrentar e definir eventual agenda de ações, por meio de protestos, paralisações ou negociações com os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Nesta quarta (19/10), as entidades voltam a se reunir, desta vez, na sede da CUT. A ideia é marcar um Dia Nacional de Paralisações, rumo à greve geral.

Setores atacadista e varejista de medicamentos prosperam

Na contramão do setor de transportes terrestres, que retraiu 9,5% no primeiro semestre deste ano, segundo o IBGE, as distribuidoras de medicamentos fecharam o período com alta de 11,9% nas vendas. Focando nos genéricos, em ações de redução de custos e treinamento dos representantes, elas têm conseguido passar ao largo da recessão. Guia da Farmácia

A indústria teve o pior primeiro semestre desde 2009, com queda de 9,1% no faturamento. Só até o meio do ano, o comércio acumula perdas de 6,7%, o resultado mais baixo desde 2001. Em meio a números tão desanimadores, ainda há quem cresça na crise. São aqueles que produzem itens que não dá para simplesmente deixar de comprar, como as farmácias. Na contramão dos recordes negativos, esse setor acumula um crescimento de dois dígitos. Guia da Farmácia

Já foi o tempo em que as farmácias vendiam apenas medicamentos aos consumidores. A cada dia, as prateleiras e gôndolas oferecem uma maior variedade de produtos. Cosméticos, dermocosméticos, suplementos alimentares, produtos naturais e lanches rápidos são apenas algumas das muitas opções que os clientes têm acesso nestes locais. Hoje, os chamados não-medicamentos representam 33,24% do volume comercializado nas grandes redes, e são considerados uma das grandes apostas para expansão do varejo farmacêutico. Guia da Farmácia

Mercados fragilizados pela retração econômica e queda no poder de compra do trabalhador; empresas amargando prejuízos; essa é a realidade de muitos setores da economia, entretanto, em meio à crise generalizada na área econômica, pipocam as boas notícias sobre o setor varejista e atacadista de medicamentos.  As vendas de medicamentos no Brasil ao longo de 2016 devem manter a força e seguir em trajetória de expansão.


Foco em genéricos garante resultado bom das distribuidoras de remédios

Fonte: Guia da Farmácia
Na contramão do setor de transportes terrestres, que retraiu 9,5% no primeiro semestre deste ano, segundo o IBGE, as distribuidoras de medicamentos fecharam o período com alta de 11,9% nas vendas. Focando nos genéricos, em ações de redução de custos e treinamento dos representantes, elas têm conseguido passar ao largo da recessão.


As empresas do ramo, que fornecem serviços de distribuição e logística de medicamentos e produtos de higiene e beleza, faturaram nos primeiros seis meses deste ano R$ 7,72 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan). Em termos de unidades vendidas, foram mais de 470 milhões.

Para o diretor executivo da Associação dos Distribuidores de Medicamentos do Estado de São Paulo (Admesp), Geraldo Monteiro, o setor de saúde como um todo foi pouco afetado pela crise, principalmente por lidar com artigos essenciais. "As pessoas não deixam de comprar medicamentos, mesmo que tenham que abrir mão de outros produtos", afirma, completando que o setor teve uma desaceleração com a crise, mas que mesmo assim a taxa de crescimento continuou em patamares altos.


Foco em genéricos

Segundo ele, outro ponto relevante para o bom desempenho é o fato de as empresas focarem nos remédios genéricos e similares, que têm ganhado maior preferência do cliente com a crise. "O nosso grande core business é justamente esse, ofertar produtos mais competitivos. É isso que permite um crescimento mais acelerado: o fato de o comprador hoje se preocupar mais com o preço", afirma.

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Cargo de conselheira ainda é difícil para executivas

Fonte: Valor Econômico
Em novembro, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) vai divulgar uma nova pesquisa. O levantamento vai mostrar que as mulheres ocupam apenas 7,9% dos assentos nos conselhos de administração de empresas brasileiras listadas na bolsa. Tirando as herdeiras de organizações familiares, esse número cai pela metade. Em 2011, o índice era 7,7%. "O percentual praticamente não mudou nos últimos anos", diz Heloísa Bedicks, diretora geral do IBGC.


As explicações para tamanha disparidade entre gêneros nos "boards" são as de sempre. Há poucas executivas em cargos do alto escalão - apenas 2% dos CEOs no Brasil são mulheres - e isso acaba se refletindo nos conselhos. "Se você tem uma base pequena, há menos mulheres para serem indicadas", diz Andrea Menezes, chefe do escritório de representação do sul-africano Standard Bank no Brasil e uma das líderes do capítulo brasileiro do Women Corporate Directors (WCD), organização global dedicada a acelerar as melhores práticas de governança.





Por que há tão poucas mulheres no alto escalão das empresas? Muito se fala sobre a questão cultural. A mulher ainda é vista como a responsável pela casa e a família e, por isso, não se dedicaria à carreira da mesma forma que o homem. "Há preconceito em relação à sua competência no trabalho", afirma Maria Fernanda Teixeira, membro de alguns "boards" e coordenadora do grupo Mulheres em Conselho, criado para aumentar a diversidade de gênero. "Não se enxerga que os tempos mudaram e que as mulheres exercem diferentes papéis."

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Enquanto a indústria encolhe, farmácias crescem 12,25%

A indústria teve o pior primeiro semestre desde 2009, com queda de 9,1% no faturamento. Só até o meio do ano, o comércio acumula perdas de 6,7%, o resultado mais baixo desde 2001. Em meio a números tão desanimadores, ainda há quem cresça na crise. São aqueles que produzem itens que não dá para simplesmente deixar de comprar, como as farmácias. Na contramão dos recordes negativos, esse setor acumula um crescimento de dois dígitos.

De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), as vendas cresceram 12,25% até agosto. Foram R$ 25,9 bilhões, contra R$ 23 bilhões nos primeiros oito meses de 2015. Segundo o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, o segredo é gerenciar bem. “Esse é um negócio de baixíssima margem, assim a gestão tem de estar muito bem ajustada para não dar prejuízo. O varejo anda sempre no fio da navalha, por assim dizer”, destaca.

Na visão da economista da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) Ana Paula Bastos, a justificativa está no fato de medicamentos serem um gênero de primeira necessidade. “Não dá para simplesmente parar de comprar medicamentos”, ressalta.

Dos oito ramos de atividades medidos pela CDL, apenas o de drogarias e cosméticos e o de artigos diversos tiveram aumento nas vendas de janeiro a julho. Enquanto o comércio da capital acumulou retração de 1,67%, o ramo de farmácias e cosméticos conseguiu crescer 0,59%. “Esse setor também inclui a venda dos cosméticos, que têm crescido muito em drogarias, devido à conveniência. Alguém está comprando um remédio e acaba levando um batom ou protetor solar por impulso”, analisa Ana Paula.

Reajuste de 9,15% para práticos de farmácia do setor atacadista


Fonte/Foto: Fecomerciários
No dia 11 de outubro, na sede da Fecomerciários, foi assinada a Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017 dos práticos de farmácia do Estado de São Paulo, setor atacadista, com data-base em 1º de outubro. Com índice de reajuste de 9,15%, que repõe a inflação do período, a Convenção foi formalizada junto ao Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado de São Paulo (Sincamesp) e todas as cláusulas da CCT anterior foram mantidas.

Quem tem direito ao seguro desemprego

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Não-medicamento representa 33% da venda do setor

Já foi o tempo em que as farmácias vendiam apenas medicamentos aos consumidores. A cada dia, as prateleiras e gôndolas oferecem uma maior variedade de produtos. Cosméticos, dermocosméticos, suplementos alimentares, produtos naturais e lanches rápidos são apenas algumas das muitas opções que os clientes têm acesso nestes locais. Hoje, os chamados não-medicamentos representam 33,24% do volume comercializado nas grandes redes, e são considerados uma das grandes apostas para expansão do varejo farmacêutico.


As vendas desta categoria atingiram R$ 8,42 bilhões de janeiro a agosto deste ano, no País. Em 2011, a comercialização de não-medicamentos movimentou R$ 6,15 bilhões, enquanto que em 2015 correspondeu a R$ 12,07 bilhões, um incremento de 96,26%. É o que aponta o levantamento da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).


"É uma tendência, se você for para as grandes farmácias de outros países você tem meia dúzia de medicamentos com receitas, que estão em espaços restritos, o restante (dos produtos) você pega e leva. Nos Estados Unidos tem lugares que você pega o produto, coloca no leitor e vai embora, é a automatização do serviço", explica o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Produtos Farmacêuticos do Estado do Ceará (Sincofarma-CE), Antônio Félix Silva, referindo-se a tendência mundial chamada "one-stop shop", ou seja, numa única parada, o consumidor quer resolver rapidamente suas necessidades básicas de higiene, beleza e saúde.
Os dados da Abrafarma mostram ainda que no acumulado de 12 meses, entre setembro de 2015 e agosto de 2016, as vendas das farmácias foram de R$ 12,75 bilhões.

Direitos Sindicais

Fonte: Meusalário.org
A Constituição da República Federativa do Brasil e a Consolidação das Leis do Trabalho garantem a liberdade de associação e permitem que trabalhadores e empregadores se filiem e constituam sindicatos assim como associações profissionais (exceto para forças armadas, policiais militares e bombeiros). 

É permitido aos trabalhadores filiar-se ao sindicato sem autorização prévia, assim como nenhum trabalhador pode ser forçado a filiar-se ou não a um sindicato. A lei, válida para trabalhadores e empregadores, também prevê que só pode haver um sindicato para representar uma ocupação ou categoria econômica em determinado território geográfico. (Art. 8º da Constituição da República Federativa do Brasil e Art. 511-514 da CLT).

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Varejo prevê ampliar as contratações temporárias

Fonte:  Estado de S.Paulo
Um mês mais cedo do que no ano passado, o varejo do Estado de São Paulo já começou a contratar trabalhadores temporários para as vendas de Natal. A projeção da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) é de que o número de vagas aumente, de cerca de 15 mil em 2015 para 20 mil até o final deste ano. As estimativas são semelhantes aos resultados de 2013 e 2014, antes de o comércio enfrentar o pior Natal da década, em 2015.

Há perspectiva, embora muito pequena, de efetivação de parte dos trabalhadores após a virada do ano. A projeção é baseada na elevação do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), que alcançou 89,3 pontos em setembro, maior valor desde março de 2015.

O aquecimento é atribuído as expectativas quanto à desaceleração da inflação, possível queda dos juros e à estabilização do cenário político. Depois da queda de quase 15% das vendas no ano passado, o varejo espera, ao menos, repetir o faturamento real do Natal. 

As entidades ainda aguardam resultados do Dia das Crianças e da Black Friday, ao final de novembro, para divulgar projeções sobre as vendas de Natal. 

Mais 10 minutos não é hora extra!

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

Conselho Sindical BS quer mais mobilização contra reformas


Fonte/Foto Matheus Tagé: Diário do Litoral
O Conselho Sindical da Baixada Santista, que reúne dezenas de sindicatos, quer mais mobilização na base e também em Brasília, para garantir os direitos de trabalhadores e aposentados nas reformas trabalhistas e previdenciária, que estão na mira do Governo Federal. O tom foi dado durante plenária realizada ontem cedo, na sede do Sindicato dos Empregados em Edifícios de Santos e Cubatão (Sindedif), que reuniu sindicalistas das mais variadas centrais sindicais de trabalhadores.

A preocupação dos oradores foi demonstrada pelos oradores, que afirmaram que ninguém sabe ao certo o que vai acontecer na reforma trabalhista. Participaram do evento representantes da Força Sindical, CUT, UGT, CGTB, NCST, da Fundacentro e também o gerente-executivo do MTE, Gionei Gomes da Silva e Josué Amador, chefe do escritório da Fundacentro em Santos. 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Brasil é o pior país da América do Sul para ser menina

Fonte: CNTC c/informações O Globo
O Brasil é o pior país da América do Sul em termos de oportunidades o desenvolvimento de meninas, de acordo com um relatório divulgado nesta terça-feira pela ONG Save the Children, baseada nos EUA. Entre 144 nações avaliadas, o Brasil ocupa a 102ª posição do Índice de Oportunidades para Garotas. Em todo o continente americano, o país fica a frente apenas de Guatemala e Honduras no ranking que considera dados sobre o casamento infantil, gravidez na adolescência, mortalidade materna, representação das mulheres no Parlamento e conclusão do estudo secundário.

O documento dá destaque à posição do Brasil no ranking, “país de renda média superior, que está apenas ligeiramente acima no índice que o pobre e frágil Estado do Haiti”, listado em 105º. O relatório não divulgou tabelas, mas o gráfico deixa claro que o principal problema do país é a falta de representação parlamentar. Os dados utilizados pela pesquisa são os compilados pela União Interparlamentar, de acordo com os quais o Brasil ocupa a 155ª posição no mundo, com apenas 51 deputadas federais, entre os 513 parlamentares eleitos no pleito de 2014.

O consumidor de farmácia está priorizando preço à marca

Fonte: Guia da Farmácia c/informações DSOP Educação Financeira
Segundo a pesquisa, 45% dos consumidores acabaram comprando produtos diferentes do objetivo inicial. A quase totalidade desses clientes buscava economia. A pesquisa teve como objetivo apurar as características de compras de medicamentos dos brasileiros, o tipo de medicamento adquirido, o percentual de consumidores que portavam receituário e o índice de troca de medicamento, bem como os motivos que levaram a essa troca.

Segundo a pesquisa, dos entrevistados que foram às farmácias, 72% adquiriram os medicamentos, contudo, apenas 24% compraram exatamente o que foram comprar, 31% modificaram parte da compra e 45% trocaram os medicamentos por vontade própria ou por indicação dos farmacêuticos.

“Esse fato demonstra a existência de uma característica muito comum dos brasileiros, que é não ser fiel ao produto que foi procurar em uma farmácia, ouvindo a indicação dos farmacêuticos. O principal fator de troca é o preço, demonstrando que as pessoas estão mais preocupadas com o bolso”, explica o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia.

Sucesso é ser sustentável!

Entre Nós
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

O Brasil viveu ao longo de quase duas décadas um ciclo de estabilidade econômica e política que gerou um efeito positivo no desenvolvimento econômico nacional, principalmente no setor do varejo farmacêutico.

Embora nos últimos dois anos o país tenha mergulhado de cabeça numa grande crise econômica política social, ainda assim as grandes redes de farmácias mantiveram seus planos de expansão, parecendo imunes à recessão que vivemos.

Desde 2011, os grandes grupos de farmácias do país apresentam crescimento constante na casa de dois dígitos. No ano passado, o setor movimentou R$ 35,94 bilhões em vendas, valor 12% maior do que o registrado no período anterior. Para este ano, a expectativa que já está se confirmando é que o número se mantenha, já que no primeiro semestre o grande varejo farmacêutico faturou R$ 19,32 bilhões, resultado 12,6% superior ao mesmo período de 2015. A Abrafarma, entidade que reúne as 27 maiores redes de farmácias, atribui o constante crescimento a boas práticas de gestão e aumento da venda de não medicamentos.


Panvel chega à São Paulo


Fonte: Exame.com c/informações O Estado de S. Paulo
Criada há 43 anos a partir da união de dois negócios familiares do Rio Grande do Sul - a Panitz e a Velgos -, a rede de farmácias Panvel vai colocar os pés em São Paulo na semana que vem.

O grupo, que fatura R$ 2 bilhões por ano, vai usar a loja - que terá 370 metros quadrados de área - para planejar a expansão no Estado, que deverá ganhar velocidade a partir de 2018.

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Apesar de ter mais de quatro décadas de tradição, sem contar a história das empresas que lhe deram origem, a Panvel só começou a crescer de forma expressiva fora de terras gaúchas a partir de 2010.

Hoje, tem 370 lojas na Região Sul, sendo 260 no Rio Grande do Sul, 50 em Santa Catarina e 60 no Paraná. Geralmente, a expansão começa pelas maiores cidades dos Estados e depois se estende aos principais polos regionais.

A Panvel faz parte do grupo Dimed, que é controlado por três famílias - Mottin, Weber e Pizzatto. Do total de receitas, 82% se concentram na rede de varejo, enquanto os 18% restantes são provenientes da distribuição de medicamentos.

O grupo ainda é dono de um laboratório que fabrica itens de higiene e beleza e fornece não só para a Panvel, mas também para terceiros, incluindo a Lojas Renner. A Panvel tem capital aberto na BM&FBovespa desde meados da década de 1980.

Idade mínima para obter benefício assistencial pode subir para 70 anos

Fonte: CNTC c/informações Folha de S. Paulo
Além de desvincular do salário mínimo o benefício assistencial que a Previdência paga a idosos e deficientes de baixa renda, o governo estuda elevar a idade mínima exigida para o acesso ao benefício dos atuais 65 para 70 anos.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) garante o pagamento mensal de um salário mínimo a idosos e pessoas com deficiência com renda familiar per capita inferior a 25% do salário mínimo.

Como o benefício tem caráter assistencial e não exige contribuição, o governo teme que algumas pessoas recorrerão a ele em vez de pagar a Previdência, se o Congresso aprovar as reformas propostas pelo presidente Michel Temer e as regras para aposentadoria ficarem mais duras.

A proposta de reforma em estudos no governo estabelece idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres e exige pelo menos 25 anos de contribuição com a Previdência.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Plenária aprova por unanimidade as deliberações do 25º Congresso Comerciário

Fonte: Fecomerciários
Foram submetidas e aprovadas pela plenária as deliberações do 25º Congresso Sindical Comerciário do Estado de São Paulo. Confira:

DELIBERAÇÕES DO 25º CONGRESSO SINDICAL COMERCIÁRIO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
A Comissão Organizadora do 25º Congresso Sindical Comerciário do Estado de São Paulo submete à plenária propostas que, se aprovadas, vão compor as Deliberações do mencionado evento, em toda a base territorial dos 69 Sindicatos Filiados à Fecomerciários.

Os encaminhamentos propostos tiveram como origem as palestras, seguidas de debates, ministradas por renomados especialistas, dias 6 e 7 de outubro de 2016, em Mogi das Cruzes, em torno do tema “Unidos por Emprego, Salário e Direitos”.

Propomos: Reafirmar nossa UNIDADE DE AÇÃO, acompanhada por iniciativas de geração de conteúdo, que aprimorem nosso conhecimento acerca das medidas governamentais e empresariais que estimulam as chamadas práticas antissindicais.


Combate ao desemprego e hipnose encerram palestras no Congresso Comerciário


Fonte: Fecomerciários
Na primeira palestra desta sexta-feira, 7 de outubro, último dia do 25º Congresso Sindical Comerciário do Estado de São Paulo, em Mogi das Cruzes, o tema “Reconstrução da unidade sindical para gerar empregos, garantir salários e assegurar direitos” foi debatido por Canindé Pegado, secretário geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), e João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário geral da Força Sindical.

Profissão de risco

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pauta antitrabalhista e autorregulamentação sindical despertam atenção no 25º Congresso


A terceira palestra do 25º Congresso Sindical Comerciário ministrada nesta quinta, 6 de outubro, tratou sobre o tema “Enfrentamento da pauta antitrabalhista” e foi conduzida pelo analista político e diretor do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), Antônio Augusto de Queiroz. De maneira didática e aprofundada, o palestrante discorreu sobre um dos temas que, atualmente, mais preocupam os trabalhadores do País e ‘prendeu’ a atenção dos cerca de mil participantes. Ele afirmou: “A unidade de ação é fundamental para o enfrentamento da pauta antitrabalhista. É importante que todo mundo olhe na mesma direção”.

Na sequência, o tema abordado foi “Encaminhamentos da autorregulamentação sindical”, a cargo de Lourival Figueiredo Melo, presidente da Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo (FEAAC), e Francisco Gérson Marques de Lima, doutor, professor da Universidade Federal do Ceará e procurador regional do Trabalho/MPT-7ª Região.  Lourival defendeu a autorregulamentação sindical, para afastar as intervenções da Justiça e do Ministério Público no movimento sindical.

O 25º Congresso Sindical é uma realização da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo e dos Sindicatos Filiados. O evento, que teve início na noite da quarta, 5 de outubro, será encerrado nesta sexta, 7, em Mogi das Cruzes, com duas palestras e a aprovação das deliberações que vão nortear o movimento sindical comerciário em todo o Estado de São Paulo até o próximo Congresso, o 26º.

Sindicatos precisam ampliar a defesa das práticas antissindicais


Fonte: Fecomerciários
A consultora jurídica Zilmara David de Alencar, da União Geral dos Trabalhadores (UGT) Nacional, abriu o primeiro dia de palestras do 25º Congresso Sindical Comerciário, na manhã de 6 de outubro, com um tema muito discutido no meio sindical: “Prática antissindical e a representatividade do trabalhador”. 

Ela disse que a própria expressão de prática antissindical nos induz a erro, uma diferença conceitual entre prática e conduta. “Pensamos apenas nessas práticas quando nos deparamos com trabalho escravo, mas nos esquecemos de pequenas coisas restritivas que também são, como trabalho degradante, falta de locais adequados para trabalho, falta de banheiros e outras restrições que tanto prejudicam os trabalhadores”.

Na segunda palestra do dia, o tema foi “Custeio sindical: mobilizar para preservar”, defendido por Vicente da Silva, 1º vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) e Roberto Santiago, vice-presidente da UGT. Vicente disse que o momento é de reflexão para os dirigentes sindicais, cujas entidades são responsáveis pelo bem-estar dos trabalhadores. Hoje, segundo ele, há sérias ameaças ao custeio das entidades, que ficariam sem recursos para atender as necessidades de suas categorias.

Eleições ampliam campo de defesa da categoria nas Câmaras e Prefeituras paulistas

A eleição de dirigentes sindicais comerciários e demais candidatos alinhados às causas trabalhistas, nas eleições municiais de 2 de outubro, ampliaram o campo de defesa da categoria nas Câmaras Municipais e nas Prefeituras paulistas. Na abertura do 25º Congresso Sindical Comerciário, quarta-feira, 5 de outubro, em Mogi das Cruzes, o presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, anunciou a “apuração” inicial do desempenho da “Corrente Comerciária”, movimento nascido na Federação e nos Sindicatos Filiados visando ampliar a participação de comerciários nos legislativos e executivos municipais. Os primeiros resultados dão conta que, entre 280 candidaturas, o movimento político da Federação elegeu 90 vereadores, 15 prefeitos e 2 vice-prefeitos em todo o Estado.

O presidente Motta anunciou duas novidades aos congressistas. A primeira: a UGT São Paulo, que ele preside, vai começar a funcionar em breve, para reforçar ainda mais a luta da Central Nacional em defesa dos trabalhadores comerciários e de outras categorias no Estado; a segunda: as obras das futuras instalações do parque aquático no Centro de Lazer da Fecomerciários, em Avaré, estão a todo vapor, será inaugurado em outubro de 2017, mês do Comerciário, e é destinado ao lazer da família dos trabalhadores no comércio de todo o Estado

O empregador é obrigado a dar o intervalo de almoço para seus empregados?

Fonte: Jusbrasil
Nos trabalhos contínuos, cujo a jornada seja superior a 6 horas diárias, o Empregador é obrigado a dar um intervalo mínimo de 1 hora de almoço para seus empregados.

Já nos trabalhos que não excedam 6 horas diárias, o Empregador é obrigado a dar um intervalo mínimo de 15 minutos aos seus empregados quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas.
Art. 71 – Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. § 1º – Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. Artigo 71CLT.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O que faz o balconista de farmácia?

O balconista é responsável pelo atendimento ao cliente, principalmente no balcão.


Ele pode oferecer algumas orientações sobre o uso do medicamento e também contribuir para a venda de produtos correlatos. 

Eles somam 360 mil profissionais e atuam nas cerca de 73 mil farmácias distribuídas por todo o território brasileiro.


Suas responsabilidades envolvem:
- A venda do medicamento, é ele que está em contato com o cliente.
- Atuação nos setores de dispensação e logística de medicamentos e cosméticos.
- Atuação em diversos processos administrativos.
- Recepção do cliente e interação entre ele e a empresa.
- Tradução de receitas.
- Fornecimento de esclarecimentos sobre uso dos produtos, posologia, reações adversas.
- Avaliação das datas de validade dos produtos.
- Limpeza das prateleiras e do balcão.
- Reposição de mercadoria.

25º Congresso Sindical Comerciário é aberto com apresentação de desafios


A palavra desafio marcou os discursos de abertura do 25° Congresso Sindical Comerciário do Estado de São Paulo. A cerimônia ocorreu na noite desta quarta-feira, de outubro, em Mogi das Cruzes/SP com a presença de aproximadamente mil congressistas oriundos das bases comerciárias. O Sinprafarmas BS participa do evento.

Sob o tema central “Unidos por emprego, salário e direitos”, o evento acontece até sexta-feira, 7/10, com palestras que abordarão, entre outras questões, prática antissindical, custeio e autorregulamentação sindical. 

A mesa de trabalho foi composta por: Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários e coordenador geral do Congresso; Márcia Caldas Fernandes, secretária da Mulher da Federação, presidente do Sincomerciários de São José do Rio Preto e coordenadora executiva do evento; subcoordenador Walter dos Santos, presidente do Sincomerciários de Guarulhos; Eufrosino Pereira, secretário-adjunto do Trabalho do Estado de São Paulo, representando o governador Geraldo Alckmin; Ricardo Patah, presidente nacional da UGT; Francisco Gérson Marques de Lima, doutor, professor da Universidade Federal do Ceará e procurador regional do Trabalho/MPT-7ª Região; Francisco Pereira de Souza Filho, presidente do Sindicato dos Padeiros do Estado de SP; Zilmara David de Alencar, consultora jurídica da UGT; Vicente da Silva, 1º vice-presidente da CNTC, representando o presidente Levi Fernandes Pinto; Idelmar da Mota Lima, 1º secretário da CNTC; Maria Neide Cardoso de Carvalho, diretora do Sindicato dos Vendedores e Viajantes do Estado de São Paulo; Armando Henrique, diretor de saúde e segurança do trabalho da CNTC; Francisco Xavier, secretário geral da UGT. 

Motta: “Em 25 anos de realização de nossos Congressos, jamais promovemos um como esse, inserido num cenário tão delicado de crises generalizadas, e todas de uma só vez. (...) A palavra de ordem é resistência para garantir dignidade, empregos, salários e direitos, resistência para enfrentar as maldades neoliberais e conservadoras (...). Os comerciários do Estado de São Paulo não desistem nunca!"

Acúmulo ou desvio?

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Raia Drogasil aposta em energia solar para abastecer lojas

Fonte: Exame.com
Com sistemas de geração de energia solar instalados em 11 lojas em Minas Gerais, a Raia Drogasil economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses. 

O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa. 

A luz do sol é transformada em elétrica por usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis. O investimento no projeto foi feito por ela e somou 1,5 milhão de reais. A expectativa é de que, em 12 anos, o sistema possibilite uma economia de R$ 850 mil.

Ministério tem força-tarefa para emissão de carteiras de trabalho

Fonte: Ag. Brasil
Devido a uma falha no serviço de agendamento para emissão de carteiras de trabalho, os postos de atendimento do Ministério do Trabalho em todo o país iniciaram hoje (5/10) um mutirão de atendimento para a concessão do documento. Os trabalhadores que necessitarem da carteira vão poder dar entrada no pedido sem necessidade de agendamento durante todo o mês de outubro.

Segundo o Ministério do Trabalho, as carteiras de trabalho serão emitidas normalmente e, caso haja alguma falha no sistema, a emissão será feita de forma manual. Os trabalhadores que já estiverem com os horários agendados devem comparecer na data prevista. Os agendados terão prioridade no atendimento. Porém, os demais também terão o documento emitido.

A suspensão do agendamento foi uma determinação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, para atender a demanda emergencial. “Tendo em vista as falhas no sistema digital, a partir do dia 5 de outubro, nenhum trabalhador ficará sem atendimento”, disse.

O sistema de emissão de carteira digital do trabalho foi lançado em 2008 e passou por uma atualização em 2015, quando foi implantado o agendamento eletrônico. Desde então, o sistema apresenta problemas constantes.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

A cada 10 prefeitos eleitos no 1º turno, apenas 1 é mulher

Fonte: G1
Dos 5.506 candidatos que foram eleitos prefeitos no primeiro turno das eleições de 2016, apenas 637 são mulheres, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso significa que, a cada 10 prefeitos eleitos, apenas 1 é mulher.
  
Apesar de maiores reivindicações da população e de campanhas para melhorar a representatividade feminina na política, a proporção é praticamente a mesma que a encontrada no primeiro turno das eleições de 2012. Há quatro anos, as mulheres conquistaram 664 prefeituras, representando 12,03% do total de prefeitos eleitos. Neste ano, o percentual é de 11,6%.

Mil congressistas comerciários vão debater emprego, renda e direitos em Mogi das Cruzes

De 5 a 7 de outubro, a Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo vai realizar, em Mogi das Cruzes, o 25º Congresso Sindical Comerciário do Estado de São Paulo. São 25 anos consecutivos do evento e, esperados, cerca de mil congressistas. Ao lado de renomados palestrantes eles discutirão o tema “Unidos por Emprego, Salário e Direitos”. O Congresso será aberto às 19 horas do dia 5, no Resort Paradise (Rodovia Engenheiro Cândido do Rêgo Chaves, 4500 - Jundiapeba, Mogi das Cruzes – SP).

Segundo o presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, do tema central serão constituídas diretrizes que vão nortear a ação unitária dos 69 Sindicatos Filiados à Federação. Juntos, eles representam 2,7 milhões de comerciários no Estado. “Nosso objetivo é fazer um congresso que reafirme a posição da nossa categoria manifestada no documento ‘Comerciários Contra a Crise’. Ou seja, a defesa da Constituição, da CLT, do emprego, da renda e combate à retirada de direitos em função do ajuste fiscal. Retirada de direito não gera crescimento”.

Conforme o líder sindical comerciário, a luta contra o arrocho salarial já começa a avançar porque a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria foi assinada dentro do mês da data-base, 1º de setembro, com ganhos econômicos e sociais. “Faremos o 25º Congresso com a CCT assinada. Conquistamos reajuste de 9,62% (INPC). Neste ambiente de crise evitamos atrasos e recompusemos o poder de compra da categoria”.

Veja o programa:

Indústria farmacêutica aumentou em 20% as contratações

A crise econômica que abala o Brasil tem remédio. Pelo menos no que diz respeito ao setor farmacêutico, que faturou cerca de 66 bilhões de reais entre abril de 2015 e março de 2016, um crescimento de 10% comparado com o mesmo período um ano antes, segundo dados do IMS Health compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). 

Ao contrário de outras indústrias, as contratações na área farmacêutica aumentaram quase 20% no último ano, impulsionadas pelo avanço dos medicamentos genéricos e pelo crescimento do segmento de biotecnologia médica. “Os genéricos têm impulsionado muito as vendas no setor. Assim como o desenvolvimento de novas moléculas”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), Francisco das Chagas Almeida, que representa 145 distribuidoras de medicamentos, produtos para a saúde, artigos de higiene pessoal e cosméticos, chegando a uma cobertura de 96% dos municípios brasileiros. 

De janeiro a abril de 2016, essas empresas faturaram 5,18 bilhões de reais com a comercialização de 304,9 milhões de unidades de medicamentos, um aumento de 21,7% no faturamento e de 16% em medicamentos vendidos, em relação ao mesmo período do ano anterior. “Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 1 000 novos pontos de venda, o que também se reflete no aumento das contratações no setor”, diz Almeida.

A importância do Outubro Rosa

ENTRE NÓS 
Jaime Porto 
Presidente Sinprafarmas 
Já é praxe: o mês de outubro chega colorindo de rosa os monumentos do país. Embora quase todos já saibam sempre é bom lembrar que Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Esta campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e tem como símbolo o laço cor de rosa. 

Ainda hoje, muitas mulheres morrem vítimas do câncer de mama, apesar do diagnóstico da doença estar mais próximo da rotina das brasileiras. É alguém do trabalho, alguém da vizinhança. Talvez um dia seja com alguém da família. É preciso falar sobre o assunto; não apenas sobre a doença, mas sobre o tratamento, abalo emocional, o lidar com a perda dos cabelos, a mutilação física, sobre manter a esperança e a certeza da cura, uma vez que há elevado percentual de cura quando o câncer de mama é identificado em estágios iniciais.  
Assim, todo apoio e divulgação são necessários para prevenir, reduzir sofrimento e evitar mortes. Por isso o Outubro Rosa deve ser divulgado pela mídia e por todos em geral. Um pequeno gesto como colocar uma fita rosa na roupa já pode ajudar. Informe-se, divulgue tudo que puder aprender e participe desta campanha... e é claro, faça o exame! 

Ah, lembre também que a principal forma de prevenir-se é ter uma alimentação saudável, balanceada e rica em alimentos de origem vegetal; também é importante evitar embutidos e o consumo excessivo de carne vermelha. Atividades físicas e hábitos saudáveis de vida, como não fumar nem ingerir bebida alcoólica, também ajudam a evitar esta e outras doenças.

Número de empresas criadas é o maior em seis anos

Fonte: Ag. Brasil
O número de empresas criadas no país entre janeiro e julho deste ano foi de 1.199.373, o maior para o período desde 2010, segundo indicador da empresa de consultoria Serasa Experian. O número é 1,8% superior aos sete primeiros meses de 2015. Em julho, foram criadas 178.633 novas empresas, 4,7% menos que o apurado em julho de 2015.

De acordo com os economistas da Serasa, o aumento de novas empresas pode ser explicado pelo empreendedorismo de necessidade, ou seja, pela escassez de vagas no mercado formal de trabalho. O processo menos burocratizado de formalização de pequenos negócios também colaborou para a elevação.

Entre os tipos de empresas, os microempreendedores individuais nos sete primeiros meses deste ano somaram 953.060, contra 888.837 no mesmo período de 2015, alta de 7,2%. As sociedades limitadas registraram a criação de 103.433 unidades, queda de 13,5% em relação ao intervalo anterior. A criação de empresas individuais caiu 30,2%, a maior queda entre as naturezas jurídicas, com um total de 75.451 novos negócios entre janeiro e julho de 2016.

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender - de janeiro a julho surgiram 755.011 novas empresas neste segmento, o equivalente a 63% do total. Foram criadas 341.683 empresas comerciais (28,5% do total) e, no setor industrial, foram abertas 99.444 empresas (8,3% do total).

Entre as regiões, o Sudeste lidera o ranking de criação de empresas, com 615.490 novos negócios abertos entre janeiro e julho de 2016, ou 51,3% do total. O Nordeste ocupou o segundo lugar, com 16,7% (200.389 empresas). A Região Sul segue em terceiro, com 16,6% de participação e 198.622 novas empresas. O Centro-Oeste registrou a abertura de 105.397 empresas e foi responsável por 8,8% de participação, seguido pelo Norte, com 58.417 novas empresas ou 4,9% do total de empreendimentos inaugurados.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

INSS demora três meses para corrigir benefício

O pente-fino que o INSS promove para cortar auxílios-doença e aposentadorias por invalidez está afetando quem precisa pedir correção nos valores de todos os tipos de benefícios previdenciários. 

Em São Paulo, o tempo médio de espera por atendimento para revisão em um posto do INSS é de 102 dias. O prazo é mais do que o dobro do limite de 45 dias a partir dos quais o instituto é obrigado a pagar correção nos valores devidos em concessão ou revisão de benefício. Essa espera corresponde somente ao período em que o segurado precisa aguardar entre o pedido de revisão, feito pelo 135 ou no site www.inss.gov.br, e a entrega da documentação na agência.

A revisão dos benefícios por incapacidade, citada pelo INSS como uma das causas para essa lentidão, é uma das ações do governo para reduzir os gastos da Previdência. O INSS planeja revisar 530 mil auxílios-doença. Também serão avaliadas 1,1 milhão de aposentadorias por invalidez de beneficiários com menos de 60 anos. Com o cancelamento de benefícios considerados indevidos, o governo prevê uma economia de R$ 916 milhões ao ano. 

Quem recebe um benefício tem até dez anos, contados a partir do primeiro pagamento, para pedir análise e, caso tenha direito, a correção.

Outro lado
O instituto informou que as solicitações estão demorando porque a prioridade "está sendo dada aos pedidos iniciais dos serviços do INSS e à revisão dos benefícios por incapacidade". 

Segundo o órgão, se a revisão for aceita, os valores atrasados serão pagos retroativamente, com correção. "Durante a espera, o aposentado continua a receber seu pagamento normalmente". A meta do INSS é reduzir para 68 dias o tempo de espera pelo atendimento.

Deficientes têm certos direitos

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Dia da Secretária!


Viúva terá que escolher entre pensão e aposentadoria

Fonte: Agora São Paulo 
A reforma da Previdência poderá impedir o acúmulo da aposentadoria e da pensão por morte por um mesmo beneficiário do INSS. De acordo com a proposta que está sob análise do presidente Michel Temer, o segurado que já possui um dos benefícios e passar a ter direito ao outro receberá o maior. Se aprovada, a modificação não deverá afetar quem já tem dois benefícios. 

A equipe que preparou a proposta de mudanças nas regras dos benefícios considera a possibilidade de acúmulo de aposentadoria e pensão por morte uma das principais diferenças entre a Previdência brasileira e a de outros países. "Seria absurdo não mudar isso", comentou um técnico do governo.

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